terça-feira, 2 de agosto de 2011

LIXEIRAS EM TODAS ESCOLAS DE ATIBAIA

Projeto de lei de autoria do vereador Dr. José Paulo Teixeira e que está tramitando na Câmara irá estimular o debate e a conscientização sobre a questão do lixo em Atibaia, especialmente sobre a correta destinação desses resíduos. Trata-se de iniciativa que torna obrigatória a instalação de lixeiras de reciclagem em todas as instituições de ensino da cidade, abrangendo tanto as escolas públicas quanto as particulares.

O projeto irá obedecer ao padrão existente das lixeiras coloridas, que institui a cor vermelha para plásticos; amarela para alumínio; verde para vidros; azul para papel e marrom para resíduos orgânicos. Haverá também uma outra para materiais tóxicos, como pilhas, baterias, raio-X e outros resíduos que possam provocar a contaminação do meio ambiente. Todo o material coletado deverá ter uma destinação apropriada, segundo determinações legais.

A coleta seletiva e a reciclagem dos materiais aproveitáveis são ações que visam a preservação ambiental, sendo também uma questão de saúde pública. “Hoje, grande parte da população já faz a coleta seletiva de lixo, mas precisamos estender essa conscientização aos jovens, para que, no futuro, eles não tenham problemas relacionados ao lixo e à escassez de recursos naturais”, explicou Dr. José Paulo.

Dessa forma, a instalação de lixeiras de reciclagem nas instituições de ensino, além de recolher uma quantidade considerável de lixo reciclável gerada pelos alunos, também serviria para estimular e complementar a disciplina de educação ambiental ministrada nas escolas. “As lixeiras coloridas despertariam a consciência das escolas para o papel que exercem na formação da cidadania e consciência ecológica de seus alunos”, afirmou o vereador.

Para Dr. José Paulo, a educação ambiental desperta no estudante a percepção em relação ao que consome, descarta e o que pode ser reutilizado. “E é exatamente essa a função das lixeiras ecológicas: fazer com que o simples ato de jogar o lixo no lugar correto gere a conscientização de que ele não será depositado nos lixões de forma inconsequente, contribuindo para a preservação e a reabilitação do nosso ecossistema”, finalizou.

DETRAN GAÚCHO QUER RECICLAR 8000 CARROS

Os pátios dos 183 depósitos do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) do Rio Grande do Sul abrigam cerca de 62.400 mil veículos. Desse total, entre 10 e 12% são deixados pelos donos no local por motivos como multas e processos judiciais e acabam indo a leilão ou viram sucata.

Até o final do ano, o departamento de trânsito espera reciclar 8.000 veículos. Estima-se que existam no Brasil cerca de 10 milhões de veículos que, devido ao mau estado de conservação, estariam destinados à reciclagem. Entretanto apenas 1,5% deles passam pelo processo.

Nos próximos três anos, a expectativa é de que o número de carros triturados chegue a 34 mil. A compactação dos automóveis tem como objetivos evitar que veículos irregulares retornem às ruas e inibir o comércio ilegal de peças. O presidente do Detran, Alessandro Barcelos, explica que a solução encontrada serve também para esvaziar os pátios do departamento.

- Este processo tem como grande vantagem a agilidade do transporte da sucata e a liberação de espaço nos depósitos.

Barcelos explica que o Rio Grande do Sul é o único Estado que realiza o processo de descontaminação do veículo que será triturado. Um equipamento, que fica no Centro de Remoção e Depósito de Alvorada, retira retirados o óleo, o combustível e os demais fluído do carro, que também são destinados à reciclagem.

As cidades Portão e Sapucaia dos Sul serão as próximas a receber o equipamento. O presidente do Detran do Rio Grande do Sul acrescentou que, até o final do ano, espera regularizar o comércio de peças usadas nos desmanches

CÃMARA DE VEREADORES PEDE A IMPLATAÇÃO DA CULTURA DA RECICLAGEM

O presidente do Legislativo resendense, o vereador Luiz Carlos Kiko Besouchet (PP), quer ver implantado no município o projeto Ecoampla que faz a difusão da cultura da reciclagem. O parlamentar é autor de uma indicação à Agência do Meio Ambiente de Resende (Amar) para que reivindique à Ampla a instalação de um posto de coleta do projeto na cidade. A indicação foi aprovada por unanimidade pelos vereadores e enviado ao presidente da Amar, Paulo Fontanezzi e à direção da concessionária.
Segundo a Ampla, o projeto prevê que o material reciclável entregue pelos clientes nos postos seja pesado e revertido em bônus a ser descontado na conta de luz. “Além de contribuir para o desenvolvimento sustentável por meio do estímulo ao descarte correto do lixo, o Ecoampla é uma alternativa para que a população consiga reduzir o valor de suas contas de energia elétrica”, explica Kiko Bessouchet, ressaltando que a indicação prevê ainda o apoio logístico da Amar na instalação dos posto de coleta.
Segundo o vereador, o projeto já funciona no Ceará e em outras áreas de concessão da Ampla, beneficiando cerca de 300 mil famílias. “Resende tem aproximadamente 50 mil clientes, entre residências, pontos comerciais e indústrias, o que significa que a abertura de um posto de coleta na cidade representaria uma economia para milhares de famílias e permitiria o descarte adequado de toneladas de lixo”, salienta

tentativa de chicago em privatizar a reciclagem do lixo

O novo Prefeito da cidade de Chicago, Rahm Emmanuel, vai colocar as empresas privadas da área da reciclagem a competir com empregados da câmara, num projecto piloto que pretende averiguar qual a melhor forma de melhorar os programas de reciclagem da Windy City.

A ideia passa por dividir a cidade em seis regiões, sendo quatro delas servidas pelas privadas Waste Management e Midwest Metal Management e as restantes por empregados estatais.
O objectivo é perceber onde se pode melhorar nesta área e avaliar o custo e eficiência de cada modelo, através de um estudo comparativo.

Hoje, menos de metade dos habitantes de Chicago têm acesso aos serviços de reciclagem da cidade. Ainda que alguns cidadãos estejam cépticos com a entrega dos serviços de reciclagem a privados, uma vez que a privatização de outros serviços locais, como os parques de estacionamentos, não correu muito bem, a verdade é que Rahm Emmanuel pretenderá provar que a privatização é a melhor solução neste caso específico.

“Prometi às pessoas de Chicago que a minha administração iria trabalhar para procurar os melhores serviços ao melhor preço-eficácia possível”, explicou o responsável.

Se a estratégia resultar e a reciclagem chegar a todas as habitações – com qualidade -, Chicago caminhará, de forma segura, para ser uma cidade mais sustentável.

A estratégia de incentivar a competição entre departamentos públicos e empresas privadas de reciclagem tem sido um sucesso em cidades como Charlotte ou Phoenix, que reduziram significativamente os custos com estes programas.

EMLUR MOSTRA OS SEUS PROJETOS

A Emlur monta um estande para mostrar à população o trabalho desenvolvido durante o ano na limpeza urbana, educação ambiental e demais projetos da Autarquia.

Na feira, que este ano tem a reciclagem como tema, a Emlur mostrar parte do seu acervo de artesanato, além de novas peças confeccionadas para o evento. Cinco artesãos da Autarquia também estarão comercializando seus produtos no local. Além do artesanato feito com material potencialmente reciclável, o estande também conta com painéis de fotografias mostrando o trabalho diário dos agentes de limpeza, ambientais e educadores.

Um dos destaques da Autarquia este ano é o projeto “Emlur Amiga da Paz”, curso de capacitação em mediação de conflitos que já formou 187 lideranças comunitárias, agentes de limpeza e servidores do quadro administrativo do órgão. A nova operacionalização do curso, ministrado pela Polícia Militar da Paraíba, será apresentada na feira e prevê a formação de turmas em 11 comunidades até o final de 2011.

Parceria – Eventos deste porte precisam de um plano especial de coleta devido à grande quantidade de resíduos produzida diariamente. A partir desta necessidade, foi firmada uma parceria com a organização da Multifeira Brasil Mostra Brasil, que cede um espaço todos os anos para que a Emlur possa mostrar as suas ações e projetos para a comunidade.

A Emlur selecionou colaboradores em seu quadro de servidores para que, durante os dez dias de feira, funcionários de diversos setores estejam no estande para receber os visitantes e mostrar o material em exposição. Eles vão orientar quanto ao acondicionamento correto do lixo, informar sobre o horário da passagem dos carros de coleta domiciliar nos bairros e explicar como a população pode ajudar para manter a cidade mais limpa e organizada, preservar o meio ambiente melhorando, com isso, a qualidade de vida dos habitantes da Capital.

A diretora do Departamento de Valorização e Recuperação de Resíduos Sólidos, Elma Xavier, falou sobre a importância de apresentar o que é desenvolvido durante o ano para o público em eventos como este. “Não podemos deixar de aproveitar este espaço que nos é cedido neste evento que sempre atrai um grande público. É uma oportunidade que temos para mostrar aos visitantes os serviços e projetos sócio-educativos executados pela Autarquia”, afirmou Elma, que é responsável pelas ações de educação ambiental.

Baticumlata – O grupo de percussão da Emlur, que integra o projeto “Catadores de Arte”, vai se apresentar no dia 12 de julho, entre as apresentações culturais da feira. O Baticumlata já se apresentou nos principais eventos realizados na Capital e também fora de João Pessoa. Ainda em 2005, ano de fundação, já se apresentava na Festa das Neves e no Festival Nacional de Arte (Fenart). Hoje o grupo, formado por agentes de limpeza, é reconhecido pela população pelo som que consegue produzir apenas com objetos encontrados no lixo como tonéis, baldes, vidros, peças de caminhão e até computadores, que são transformados em instrumentos musicais.

UNIMED SOROCABA TEM PORJETO DE RECICLAR CARTÕES DE PLÁSTICOS

A destinação incorreta dos cartões plásticos utilizados pelos clientes de convênios médicos, correntistas de bancos, operadoras de crédito, lojas de departamento, drogarias, entre outros, prejudica a saúde do meio ambiente. Afinal, o tempo de decomposição do plástico – material utilizado em sua fabricação – é de, no mínimo, 400 anos.


Pensando nisso, a Unimed Sorocaba, por meio do Departamento de Responsabilidade Socioambiental, implantou o Projeto Recicard. O objetivo da campanha é orientar sobre o descarte consciente das carteirinhas vencidas, promovendo a reciclagem das mesmas. E mais: para reduzir o consumo, a validade das carteirinhas passa a ser de dois anos, em vez de um, como acontecia até então.


O funcionamento do Projeto Recicard é simples. Os clientes do Plano Empresa, por exemplo, passarão a entregar os cartões vencidos no setor de RH da empresa onde trabalham, enquanto os do Plano Particular devem fazer o mesmo no departamento SUF (Saúde Unimed Família), localizado na Unimed - Sede Administrativa (Avenida Juscelino K. de Oliveira, 736).


Esses cartões serão recolhidos e enviados a uma empresa especializada em reciclagem, onde passarão por triagem, serão transformados em plásticos e reutilizados na forma de tubos de PVC e outros produtos finais.


Segundo a coordenadora do Departamento de Responsabilidade Socioambiental da Unimed Sorocaba, Patrícia Bezerra da Silva, a cooperativa médica sorocabana receberá dessa empresa um certificado garantindo a reciclagem dos cartões recolhidos. "Esta ação, além de proteger o meio ambiente, vai ao encontro dos preceitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, regida pela lei federal 12.305, de agosto de 2010, que diz em seu artigo 9º que na gestão e gerenciamento de resíduos deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos", conclui PatríciaUnimed soroca a

reciclar água em Niterói é lei agora.

Todos os edifícios a construir em Niterói deverão, por lei (nº 2856) sancionada (26, julho, 2011) pelo prefeito Jorge Roberto Silveira, incluir em seus projetos sistema para a reciclagem de águas cinzas – aquelas utilizadas em chuveiros, banheiras, lavatórios de banheiros, tanques e máquinas de lavar. A lei é aplicável a todas as obras com mais de 500 m2, e que tenham volume potencial de consumo igual ou superior a 20 metros cúbicos de água por dia.


De autoria do vereador Paulo Bagueira, presidente da Câmara, a nova determinação estende obrigações da lei municipal 2630, de 07 de janeiro de 2009, que trata do reaproveitamento das águas das chuvas.
O prefeito Silveira declarou que “com a implantação de novos sistemas de reciclagem de água, Niterói está cada vez mais no rumo da sustentabilidade. Tenho o maior empenho em avançar nas questões ambientais, sobretudo nas que sejam inovadoras como esta”.

De acordo com a prefeitura, a nova lei só trata de novas edificações porque obras de adaptação para este tipo de sistema são caras e muito complicadas, enquanto os moradores em edificações novas terão a ganhar, porque “a diminuição na conta d’água em locais que contam com o método chega a 60%”.

Empreendedores locais já adotam reúso – Por iniciativa de construtores, em Niterói há sistemas de reúso de água cinza já implantados em 18 edifícios residenciais e uma empresa de ônibus, diz o secretário municipal do Meio Ambiente, Fernando Guida. Segundo ele, o retorno financeiro da implantação dos sistemas de reutilização é obtido em poucos meses, com a economia nas contas de água.

“Essa lei, pioneira no estado do Rio, é fantástica porque preserva a água, que em regiões metropolitanas está cada vez mais escassa, e diminui a necessidade de importação de outros municípios. Em Niterói, somos abastecidos com a água de Cachoeiras de Macacu e com a nova norma podemos ficar mais independentes”, disse o secretário.

Em Itacoatiara, um condomínio inaugurado em abril (2011) pela Construtora Call conta com o sistema. “A princípio, iríamos fazer apenas o aproveitamento da água das chuvas para a rega dos jardins e limpeza da área comum. Mas antes do lançamento, fizemos um estudo sobre a possibilidade de utilizar o sistema de reúso para a produção de água para as descargas sanitárias, que são consideradas as grandes vilãs do nosso consumo de água”, conta o diretor comercial da construtora, Rodrigo Alves.

Ainda de acordo com Alves, a economia comprovada está na ordem de 30% do valor da conta de água. Ele diz que o investimento foi médio e a expectativa é de que o retorno financeiro não ocorrerá em curtíssimo prazo, mas, por ser tratar de um edifício que vai durar décadas, a construtora acredita que em dois ou três anos o sistema se paga.

Conforme a lei sancionada em Niterói, não podem ser aproveitadas no sistema águas oriundas de vasos sanitários e de pias de cozinha, neste último caso porque a maioria da população ainda tem o hábito de despejar óleo pelo ralo, o que dificulta o tratamento e pode entupir canos e sistemas de tratamento. Com informações de O Fluminense.