quarta-feira, 6 de março de 2013

Empreendedorismo tem papel crucial no desenvolvimento sustentável do país

 

 

 O vice-presidente da República, Manuel Vicente, declarou nesta sexta-feira, em Luanda, que o empreendedorismo em Angola tem papel crucial no desenvolvimento sustentável do país, incentivando a mudanças na forma de fazer negócios por via do fomento de inovação, competitividade e melhoria da produtividade das empresas.
 
Manuel Vicente discursava na abertura do 1º Fórum Nacional de Jovens Empreendedores, que visa, entre outros, debater a importância de empreendedores na construção de uma sociedade economicamente consistente e auto-sustentada.
 
Afirmou que o Executivo colocou no topo das suas prioridades a necessidade de uma estruturada formação de quadros, que contribuam para o desenvolvimento sustentado de Angola, de modo que o empreendedor angolano possa acompanhar, a par e passo, as exigências de um mundo com sistemas produtivos cada vez mais complexos, bem como a sofisticação do mercado financeiro.
 
Apelou a dedicação dos jovens para participarem no Programa Nacional de Formação de Quadros, de modo a explorarem as possibilidades que se possam oferecer no domínio das empresas vocacionadas para a formação técnica e profissional.
 
Lembrou que o Executivo, com a criação do programa “Angola 25”, da qual resultou a aprovação da Lei das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME), lançou a plataforma para o crescimento dinâmico do sector empresarial privado.
 
Referiu-se a um conjunto de acções que visam operacionalizar a Lei das MPME, provendo financiamento, facilitar a concessão de apoios, a desburocratização dos processos de regulamentação e requisitos de licenciamento, incentivando a geração de novos negócios.
 
O governante sublinhou que apesar dos esforços do Executivo, a economia angolana continua fortemente dependente do exterior por incapacidade de o sector produtivo satisfazer cabalmente as necessidades do consumo interno.
 
Salientou que em 2011 foi registada uma despesa de importação cifrada em 17 mil milhões de dólares (cerca de 1.700 mil milhões de Kwanzas) em produtos manufacturados, máquinas, material e equipamento de construção, automóveis, alimentos, entre outros.
 
Tendo em conta este quadro, o vice-presidente da República apelou aos empreendedores nacionais que contemplem, de forma proactiva, o seu meio circundante, para identificação de oportunidade de negócios e tirem proveito de todos os programas implementados pelo Estado.
 
Entre os programas apontou o “Balcão Único do Empreendedor”, “Angola Invest”, “Fundo de Risco” e o “Crédito Agrícola de Campanha”. “São muitos os negócios que se podem realizar quer na área do comércio, quer na indústria, quer na construção civil, mormente actividades de manutenção e conservação de estradas, construção de habitação social, com recurso a meios locais, inclusive”, alertou.
 
Referiu-se também a negócios de fácil constituição, mas com retornos financeiros atraente, bem com a promoção de programas de escoamento de produtos agro-pecuários, no quadro da projecção do agro-negócio nacional, associado ao relançamento dos caminhos-de-ferro e outras vias de comunicação.
 
Manuel Vicente disse que esta natureza de negócio dinamizará a economia nacional, permitindo a angariação de receitas para os produtores rurais, resultando na melhoria das condições de vida das regiões produtoras, no aumento da produção industrial de equipamentos, fertilizantes e pesticidas, na maior distribuição da produção local, na diminuição das importações de alimentos, criação de empregos directos e indirectos, bem como no apoio ao combate à fome e a pobreza.
 
Augurou que negócios estruturantes sejam desenvolvidos nas 618 comunas do país, com base na extensa diversidade de necessidades dos mais variados pontos geográficos, e que surjam iniciativas locais, com base nos recursos e realidades específicas, promovendo também uma maior e mais efectiva integração do sector informal na economia formal.
 
Informou que o executivo tem criados programas coerentes e sustentáveis para facilitar a vida profissional do empreendedor angolano e espera o reforço do papel interventivo do empresário nacional, o aumento da produção e a melhoria da distribuição da riqueza nacional.
 
Afirmou ainda que a realização deste Fórum de Jovens Empreendedores, reunindo participantes das todas as províncias, transmite o desejo comum de crescimento económico e social, provando que “há complementaridade entre o Executivo e a classe empresarial, e que a parceria entre ambos é indispensável, para que Angola cresça de forma harmoniosa e sustentável”.
 
Encorajou as mulheres angolanas, dentro do seu meio e capacidades, a promoverem projectos empresariais que contribuam para a melhoria da sua vida e dos seus familiares.
 
O Fórum tem um painel sobre “políticas e estratégia de fomento e desenvolvimento do empreendedorismo” e outro sobre “plano de implementação de programas de fomento e suporte aos empreendedores”.
 
Foram convidados oradores como os ministros da Economia, Abraão Gourgel, da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Afonso Pedro Canga, das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José de Carvalho, e o presidente do Conselho de Administração do Banco de Desenvolvimento de Angola, Paixão Franco.


Reciclagem de vidro cria 61 salas de estudo

 

O projeto português de responsabilidade social Reciclar é Dar e Receber permitiu criar e equipar, em dois anos, 61 salas de estudo em instituições particulares de solidariedade social (IPSS) espalhadas por todo o país, melhorando as condições de aprendizagem de mais de 2.800 crianças de famílias carenciadas num investimento que rondou os 400 mil euros.
 
A iniciativa, da responsabilidade da Sociedade Ponto Verde (SPV) foi organizada em parceria com a SIC Esperança e a associação Entrajuda e decorreu entre 2011 e 2012. Por cada tonelada de vidro colocada no ecoponto nos últimos dois anos, a SPV entregou um euro para a criação ou melhoria destes espaços de estudo.
 
Só o ano passado foi possível criar 31 novas salas de estudo em benefício de perto de 1.700 crianças num investimento de cerca de 185 mil euros. Para este resultado foi também importante a participação dos 15 mil novos fãs da página de Facebook da SPV, cuja adesão possibilitou a criação de duas salas de estudo extra.
 
Em comunicado, a SPV explica que o apoio à criação das novas salas de estudo representou a entrega de diversos materiais, entre os quais ecopontos, computadores, impressoras, mobiliário e material escolar.

Em todos os casos, salienta a organização, privilegiou-se, sempre que possível, a utilização de materiais reciclados. Paralelamente, diversos espaços foram intervencionados para melhoria das suas estruturas físicas.
 
"Agradecemos o envolvimento da população portuguesa nesta causa que junta a preservação do ambiente e a responsabilidade social", afirma Luís Veiga Martins, diretor-geral da SPV, que salienta que o contributo dos cidadãos "através da separação das embalagens de vidro usadas foi fundamental para melhorar os locais de estudo de mais de 2.800 crianças e jovens".
 
O projeto contou com a colaboração da Entrajuda e da SIC Esperança, a quem coube a seleção e o acompanhamento das IPSS cujas salas de estudo foram alvo de intervenção.
 
Para a presidente da Entrajuda, Isabel Jonet, "este projeto é um exemplo de como as organizações podem desempenhar um papel decisivo na sociedade". "Através desta iniciativa foi possível contribuir para prevenir casos de insucesso escolar", considerou a responsável.

BATAVO: Mais de R$ 13 milhões são distribuídos em sobras

 
Com um faturamento de R$ 1,2 bilhão e um resultado líquido do exercício de R$ 53 milhões, a Batavo Cooperativa Agroindustrial iniciou na segunda feira (04/03) a distribuição das sobras aos seus associados, que somam R$ 13,7 milhões. 

Os valores recordes estão sendo pagos conforme a participação de cada associado em suas atividades. De acordo com o Diretor-Presidente, Renato Greidanus, os principais fatores que contribuíram para o crescimento do faturamento em 34% foram os preços favoráveis das principais commodities agrícolas e a industrialização do leite, o que, consequentemente, refletiu nas sobras. “Vivemos em 2012 um momento favorável no agronegócio e cumprimos metas inovadoras e desafiadoras. Tivemos um aumento expressivo no ingresso de associados, o que nos traz mais ânimo para desenvolvermos novos negócios e satisfazermos os anseios de viabilizar cada vez mais as atividades de nossos cooperados”, explica Renato Greidanus.

Outra ação importante em 2012 foi a consolidação de projetos de intercooperação junto com as Cooperativas Castrolanda, Capal e Camp como ação estratégica, trazendo vantagens econômicas e mercadológicas em benefício do desenvolvimento dos negócios. A fim de atender uma futura demanda crescente por produtos e serviços, a Cooperativa Batavo também ampliou programas para garantir ainda mais a qualidade do que é produzido nas propriedades, adotando boas práticas nas orientações para o bem estar dos animais e adequação de instalações.

De acordo com Renato Greidanus, os excelentes resultados de 2012 também devem-se a um trabalho que vem de gerações. A fidelização, o emprenho e comprometimento são característicos dos associados e colaboradores, o que tem refletido nos resultados positivos.

Estas sobras contribuem para investimentos nas atividades e consequente estruturação dos produtores, resultando na segurança para enfrentar o mercado do agronegócio.

Como ação estratégica para o futuro, numa parceria intercooperativas, a Cooperativa Batavo destacar o retorno na cadeia de industrialização de suínos, que certamente contribuirá na diversificação das propriedades rurais e na agregação de valor à produção em geral. A cooperativa também está iniciando um processo de industrialização de trigo, que servirá de estabilizador na demanda deste produto. 

No âmbito social, com o apoio do Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), a Cooperativa Batavo desenvolveu programas nas escolas públicas, divulgando o cooperativismo para que os alunos tomem conhecimento e, assim, possam ser futuros cooperativistas ou futuros cidadãos que busquem no cooperativismo soluções econômicas e sociais no meio onde vivem. Mereceu destaque em 2012 a escola de Teixeira Soares, Escola Municipal Madre Rosa Rosato, que trabalhou o aspecto comportamental com seus alunos de 4º. ano. Na área ambiental, a Batavo implementou junto aos cooperados um programa de coleta de resíduos de produtos veterinários para minimizar impactos ambientais e, junto a Fundação ABC, foi inaugurado um laboratório de análise de resíduos.

Criada em 1925, por sete sócios de origem holandesa, a Batavo Cooperativa Agroindustrial atua no mercado do agronegócio há mais de 87 anos. Localizada em uma região considerada polo da agricultura e pecuária, possui sede no município de Carambeí, atuando em mais de trinta municípios do Estado, com entrepostos em Ponta Grossa, Tibagi, Teixeira Soares, Imbituva e Imbaú. Consolidando ao longo do tempo o compromisso de qualidade e credibilidade junto a seus cooperados, a Batavo presta serviços de assessoria técnica agropecuária nas propriedades rurais, fornecendo melhores condições para a produção dos produtores ao disponibilizar lojas de insumos e medicamentos veterinários, postos de combustíveis, sementes e rações.

O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, participou da Assembleia Geral Ordinária da Batavo, no último sábado (02/03). Ele elogiou a profissionalismo da cooperativa no atendimento às demandas do quadro social.

Cooperativa do Conesul quer aumentar a produção de leite

Representantes da Cooperativa Agroindustrial de Vilhena Ltda (Coopervill) reuniram-se com o secretário de agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri), Evandro Padovani, apresentando proposta para formar um grupo de produtores rurais, modelo capaz de envolver desde o desenvolvimento social, gestão e tecnologia na área de produção de leite. O objetivo dos representantes da Coopervill é auxiliar o governo do Estado numa parceria para aumentar a produção de leite.     O que está sendo tratado como um programa  integrado de desenvolvimento dos produtores de leite de Rondônia, busca multiplicar a produção, melhorar a genética e o manejo do rebanho com pastagens adequadas, treinamento e capacitação dos produtores visando o incremento econômico. O programa é piloto e vem sendo colocado em prática com sucesso junto aos cooperados da Coopervill. 
  De acordo com Giandré Pásseri, tesoureiro da Coopervill, o programa de desenvolvimento da propriedade e proprietários rurais vem alicerçado num sistema de educação e monitoramento em gestão de cooperativismo e tecnologia. Isso é uma cooperativa de produção apoiando os pequenos e médios produtores rurais.

Governo de São Paulo lança projeto para incentivar a produção de orgânicos


 
O governo estadual criou o projeto São Paulo Orgânico que visa contribuir para geração de emprego e renda e propor políticas públicas para fomentar o mercado de produtos orgânicos e sustentáveis.

"Hoje nós estamos dando um passo muito importante pra fortalecer a agricultura orgânica em São Paulo. Produtos certificados que não tem agrotóxicos, que garantem saúde das pessoas, agregam valor e melhoraram a renda do pequeno agricultor do Estado de São Paulo", disse o governador Geraldo Alckmin.

O programa estadual ajudará os produtores que querem migrar para a agricultura orgânica, propondo inovações tecnológicas que diminuam o consumo de insumos químicos. Este procedimento será realizado por uma linha exclusiva de financiamento para agricultura orgânica, que permitirá o acesso aos recursos necessários para a implantação de culturas orgânicas.

Para o secretario Bruno Covas, o projeto ratifica a importância da certificação dos produtos orgânicos para "ampliar, proteger, difundir e educar as pessoas para a agricultura orgânica". O teto de financiamento é de até R$ 100 mil por agricultor, pessoa física ou jurídica, e de até R$ 400 mil por cooperativa ou associação de agricultores. O prazo de pagamento é de até 7 anos, inclusa a carência de até 4 anos. O encargo financeiro é de 3% de juros ao ano.

ONU vai ajudar 30 países na transição para economia verde até 2020

 

 



Uma nova parceria entre agências da ONU foi lançada nesta terça-feira (19), em Nairóbi, Quênia, para apoiar 30 países nos próximos sete anos a criar estratégias nacionais de promoção da economia verde. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e o Instituto das Nações Unidas para Formação e Pesquisa (UNITAR) integram a Parceria para Ação pela Economia Verde (PAGE, na sigla em inglês).
O objetivo da parceria é criar novos empregos e áreas de atuação, promover tecnologias limpas e reduzir a pobreza e os riscos ao meio ambiente. A PAGE é uma das consequências do documento final da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), “O Futuro que Queremos”, que aponta a economia verde como um dos motores do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.
“Este é mais um exemplo de como o PNUMA e os parceiros estão implementando as decisões da Rio+20. A PAGE vai catalizar as mudanças em nível nacional, auxiliando países a criar ferramentas econômicas e de gestão para uma transição para uma Economia Verde em diversos setores, incluindo energia limpa e agricultura sustentável”, afirma o Subsecretário-Geral da ONU e Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner.
“A OIT estima que metade da força de trabalho global – cerca de 1,5 bilhão de pessoas – pode ser favorecida em uma transição para uma economia verde. A PAGE quer reforçar as políticas e oportunidades para que os países avancem nos seus planos para uma economia verde, garantindo a criação de mais e melhores empregos e de benefícios para toda a sociedade”,  disse o Diretor Geral da OIT, Guy Ryder.
Esta é a primeira vez que estas quatro agências fazem um esforço conjunto para coordenar suas especialidades e recursos. Nos primeiros dois anos, a PAGE focará sem sete países pilotos, ainda a serem definidos, chegando ao total de 30 nações até 2020.

Governo e Ministério planejam parceria para fortalecer economia

 


Segundo a secretária adjunta, Maria Luci, a intenção do Governo de Sergipe é contribuir para o funcionamento e êxito do projeto, além de unir novos parceiros
A secretária adjunta da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social (Seides), Maria Luci Silva recebeu na manhã desta quinta-feira, 28, o diretor de fomento à Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Manoel Vital Filho e representantes do Instituto de Cooperação para o Desenvolvimento Rural Sustentável (Icoderus), para planejar o início do Circuito Integrado de Cooperação e Economia Solidária no estado de Sergipe.
Na ocasião o representante do MTE visitou a Feira da Agricultura Familiar da Seides, que já funciona de acordo com o plano de comércio justo e consumo solidário para impulsionar a inclusão econômica no estado. Também foram tratados os conceitos de Economia Solidária e suas características para a criação de uma nova lógica de desenvolvimento sustentável.
Segundo a secretária adjunta, a intenção do Governo de Sergipe é contribuir para o funcionamento e êxito desse projeto, além de unir novos parceiros. “O importante é a gente se reconhecer, saber o que podemos fazer. A Seides está aberta para dispor de técnicos e seguirmos avançando com o projeto da Economia Solidária. Estamos prontos para isso”, comunicou Maria Luci.
O diretor de fomento à Economia Solidária, Manoel Vital Filho assegurou que essa é a primeira de uma série de reuniões que acontecerão no estado para juntar executores de políticas focados no projeto. “A gente acredita que juntando nossas ações conseguiremos atrair outros parceiros para financiar e apoiar os empreendimentos econômicos do estado de Sergipe”, disse.
Sobre as cooperativas ele comentou que estas são a base da Economia Solidária. “São elas que a gente acredita ser, juridicamente, mais adequadas para trabalhar com a Economia Solidária. Visto que na sua concepção são organizações econômicas sem fins lucrativos, elas conseguem conciliar o lado social e o lado econômico de maneira harmônica”, concluiu.
Projetos vinculados
O representante do Icoderus, Alex Sandro Chagas explicou a contribuição das cooperativas de transporte para o desenvolvimento sustentável, que constitui parte do Circuito de Cooperação. Além de trabalharem para o translado dos alimentos produzidos pelas cooperativas de agricultores familiares, algumas possuem projetos para reciclagem de pneus.
“Os pneus dos ônibus que eles vêm acumulando ao longo do tempo vão sendo transformados em estacas para fazer cercas, que têm uma durabilidade de 20 anos. É um produto totalmente sustentável com uma durabilidade muito maior do que a madeira utilizada hoje”, falou.
Outro projeto de cooperação entre agricultores e demais parceiros é a compostagem, técnica usada para controle de decomposição de matérias orgânicas e produção de húmus. Nela todo resíduo sólido produzido nas indústrias será transformado em adubo orgânico para ser repassado para o agricultor familiar.
Demais presenças
Também participaram da reunião a deputada estadual Conceição Vieira; Humberto Oliveira, da Fundação Branco do Brasil; a representante do Icoderus, Josefa Kátia Mecenas; a engenheira agrônoma da Seides, Marília Cavalcante; a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional (Dsan), Rosane Cunha; e a diretora do Departamento de Renda e Cidadania, Heleonora Cerqueira.