sábado, 13 de julho de 2013

O projeto integração no bairro de Araxá

O 'Integração no Bairro' será no próximo sábado (6), na Praça da Igreja São Geraldo, em Araxá. O projeto tem uma programação variada, oferece vários serviços gratuitos à população e desta vez o público vai poder participar de oficinas de reciclagem com garrafas pet.
Quem irá oferecer o serviço é o  Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável (IPDSA). Os participantes vão aprender a confeccionar porta recados, bancos de garrafa pet, entre outros.
Para participar os interessados deverão levar garrafas descartáveis, CDs, DVDs e telhas. O Integração no Bairro começa às 8h.
Reciclagem
As garrafas pet se destacam no lixo, pela grande quantidade. Muitas pessoas não reciclam ou reaproveitam esse material. A educadora ambiental Márcia Aparecida Almeida disse que sempre reutiliza. Nesta semana ela está trabalhando com alunos de uma escola pública da cidade. Os estudantes estão aprendendo a fazer porta recados. "Dá para fazer porta clipes, porta recados, enfeites, há várias alternativas. O importante é retirar da natureza o pet que demora muito para decompor na natureza”, disse.
Para o estudante Anderson Antônio da Silva, é uma forma de ajudar o meio ambiente com uma coisa que vale a pena, como arte e enfeite”, reforçou o estudante.

USINA DE ARAQUARI CONTRIBUI PARA O MEIO AMBIENTE

Uma usina de reciclagem que funciona no município de Araquari, no Norte de Santa Catarina, está ajudando na preservação do meio ambiente e gerando renda para famílias da região (veja vídeo ao lado).
Roseli Alves saiu do Paraná com o marido há três anos. Lá, trabalhava como diarista. Ela teve na usina seu primeiro trabalho de carteira assinada, mas as conquistas não pararam por aí. "A gente já comprou terreno, já fez a casa e comprou carro. Então foi bastante coisa conseguida de três anos para cá", comemora.
De acordo com a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental, atualmente 56% dos municípios de Santa Catarina depositam os resíduos em lixões a céu aberto, 27% em aterros sanitários, 7% têm sistema de recolhimento privado, 5% em usina de compostagem, 1% em lixão industrial, 2% não possui nenhum tipo de coleta e apenas 4% contam com usinas de reciclagem.
O município de Araquari faz parte desses 4%. A usina de reciclagem visitada pela equipe do RBS Notícias recebe quase 50 toneladas de lixo seco por mês. No local, é feito o serviço de triagem, onde todo o lixo é separado antes de chegar ao seu próximo destino.
Após a separação manual, o lixo é enfardado e vendido. Na instalação, chega todo tipo de material. Mas somente 50% é reaproveitado para venda. O maior problema ainda é a falta de conscientização.
"A gente sabe que vem muito lixo no caminhão compactador que poderia estar nas esteiras, mas não está", afirma Antônio Acir de Almeida, presidente da Fundação de Meio Ambiente de Araquari (Fundema).
 

Lixo reciclado dá desconto na luz

 


Até sábado, dia 13, o Vale Luz, projeto da Coelba que prevê a troca de resíduos sólidos recicláveis por descontos na conta de energia percorrerá 10 bairros de Salvador: Uruguai e Cosme de Farias (hoje), Castelo Branco e Nordeste de Amaralina (quarta-feira), Calabar e Alto do Peru (quinta-feira), Pau da Lima e Fazenda Coutos 3 (sexta-feira), e São Caetano e Joanes (sábado).
O caminhão estará estacionado nos bairros das 9h às 15h30. Somente aos sábados, o atendimento é das 8h30 às 11h30.
 Além de reduzir o valor da conta de luz, o projeto tem o objetivo de estimular o uso racional dos recursos naturais e minimizar os impactos negativos causados pelo lixo no meio ambiente, estimulando a reciclagem.
 São aceitos para reciclagem metal, papel, papelão e plásticos. Alguns cuidados devem ser tomados no momento da coleta. Papéis e plásticos, por exemplo, não podem estar sujos ou molhados. No caso das latas de alumínio, devem estar sem areia, pedra ou materiais que comprometam a pesagem. O material recolhido é encaminhado à Cooperbrava, cooperativa de coleta seletiva formada por catadores de Canabrava.
 No caminhão, os consumidores podem também fazer cadastro na Tarifa Social de Energia, benefício do Governo Federal que concede descontos de até 65% na conta de luz e trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas.
Para fazer o cadastro na Tarifa Social de Energia, o cliente deve levar o NIS (Número de Identificação Social), documento de identificação com foto e CPF.  Os consumidores também poderão substituir lâmpadas incandescentes por até duas lâmpadas fluorescentes compactas, mais econômicas, mediante apresentação da última conta de energia paga.
A iniciativa visa estimular a cidadania e o respeito ao meio-ambiente e está ancorada na política de sustentabilidade do Grupo Neoenergia, que adota o modelo de gestão socialmente responsável em todas as suas atividades, visando a criação de valor ao negócio e a contribuição para uma sociedade sustentável.

Reciclagem de pet cresceu 12 por cento

 

 
 

A reciclagem de embalagens de PET no Brasil deu um salto em 2012 e cresceu 12,6% em volume, ao passar das 294 mil toneladas que tiveram destinação adequada em 2011, para 331 mil toneladas no ano passado. Com esse resultado, o País atingiu um índice de reciclagem de 59%, mantendo seu excelente posicionamento como um dos maiores recicladores de PET do mundo – superando os Estados Unidos e até mesmo a média registrada na Europa.
Os números do 9.º Censo da Reciclagem do PET no Brasil foram divulgados nesta quarta-feira pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), durante o PETtalk 2013 – Conferência Internacional da Indústria do PET, realizado em São Paulo.
“Os números demonstram que existe uma demanda muito forte pelo PET reciclado, criada por um trabalho do próprio setor, que investe continuamente em inovação e novas aplicações para o material reciclado. Esse trabalho criou um ciclo virtuoso. Todo PET coletado tem destinação adequada garantida por uma indústria forte, diversificada e ávida por essa matéria-prima”, afirma Auri Marçon, presidente da Abipet.
O setor têxtil continua sendo o principal consumidor do PET reciclado, com 38,2% de participação, seguido das resinas insaturadas e alquídicas, com 23,9%. Outras embalagens (alimentos e não-alimentos) consomem 18,3% do volume reciclado. Laminados e chapas (6,4%), fitas de arquear (5,5%) e tubos (1,5%) são os outros principais mercados. Os 6,1% restantes ainda abastecem uma lista ampla de pequenas aplicações.
Coleta seletiva continua sendo o desafio
O presidente da Abipet, no entanto, chama a atenção para a necessidade de suprir essa demanda aquecida, sob pena de impacto no preço do produto coletado e consequente comprometimento da sustentabilidade do negócio. “O Brasil precisa investir em coleta seletiva, para que a indústria não seja prejudicada. Em muitos períodos do ano, as empresas recicladoras continuam com ociosidade que chega a 30% de sua produção, porque não encontram embalagem pós-consumo para reciclar”, alerta Marçon.
A solução aponta o executivo, é estimular as prefeituras a implantar, o mais rápido possível, a coleta seletiva e a separação das embalagens recicláveis, de forma a aumentar a recuperação do material descartado pela sociedade. “Isso, na verdade, é o que prega a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que exige responsabilidade compartilhada entre a sociedade civil, o setor privado e também do poder público. A indústria do PET investiu fortemente em reciclagem e hoje esses recicladores passam por um momento difícil, por não terem coleta suficiente para abastecer suas fábricas”, conclui o presidente da Abipet.



sexta-feira, 12 de julho de 2013

Mapa libera R$ 2,3 mi a entidades para fomento ao cooperativismo

 

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Antônio Andrade, autorizou nesta segunda-feira, 8 de julho, a liberação de R$ 2,3 milhões para entidades privadas que desenvolvem ações ligadas ao associativismo e cooperativismo. Desse montante, R$ 1,26 milhão foi para a região do semiárido brasileiro.
Sete instituições foram beneficiadas pelo Mapa. O objetivo é estimular e ampliar o conhecimento e a participação da agricultura familiar no cooperativismo e associativismo rural, principalmente nas regiões de maior vulnerabilidade social e econômica, como é o caso do semiárido.
Para o ministro Antônio Andrade, o cooperativismo é um dos segmentos mais importantes no País para a geração de emprego e renda. “Precisamos criar atrativos para o pequeno agricultor se fixar no meio rural. Nós atingimos, este ano, um recorde de US$ 100 bilhões na balança comercial. As cooperativas possuem um papel fundamental nestes números devido a sua força multiplicadora”, salientou Andrade.
As chamadas públicas foram feitas em 2012 pelo Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural da Secretaria de Desenvolvimento e Cooperativismo do Mapa (Denacoop/SDC/Mapa) para apresentação dos projetos de estímulo e promoção ao cooperativismo.
Segundo o secretário da SDC, Caio Rocha, as entidades selecionadas irão utilizar os recursos para organizar o sistema cooperativo, capacitar jovens agricultores e criar novas cooperativas. “A principal preocupação do Mapa é desenvolver políticas públicas que incentivem o agricultor a se associar. O trabalho cooperativo diminui os custos da produção e eleva a renda do produtor rural”, disse.
Dentre as instituições estão a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado de Pernambuco (Unicafes/PE), a Associação Regional das Casas Familiares Rurais do Sul do Brasil (Arcafar Sul), a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado do Paraná (Unicafes/PR), a Fundação de Proteção ao Meio Ambiente e Ecoturismo do Estado do Piauí (Funpapi), a Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), o Núcleo de Desenvolvimento Social (NDS/RN) e a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes).

Dispositivo que pode alterar os rumos do desenvolvimento sustentável

 

Após alguns passos, a energia acumulada já é o bastante para carregar pequenos dispositivos, como celulares e aparelhos de mp3
Um sistema que pode alterar os rumos do desenvolvimento sustentável foi desenvolvido por um grupo de engenheiros norte-americanos da Universidade de Rice.

Os jovens criaram um dispositivo capaz de armazenar energia gerada durante um passo, visando alimentar objetos eletrônicos portáteis. Batizado de PediPower, o projeto tem como objetivo energizar aparelhos como marca passos no futuro.

Para captar a energia, basta caminhar. A conclusão veio após notar que o calcanhar, quando bate no solo, possui força suficiente para produzir uma pequena quantidade de energia. Acoplado na sola do tênis, o dispositivo é o primeiro a tocar o chão durante o caminhar.

Após alguns passos, a energia acumulada já é o bastante para carregar pequenos dispositivos, como celulares e aparelhos de mp3. O projeto recebe o apoio da empresa Cameron e por enquanto ainda depende de investimentos para ser aperfeiçoada.

Lucas do Rio Verde sedia conferência intermunicipal sobre desenvolvimento sustentável

 

 

 
Será realizada em Lucas do Rio Verde, a 2ª Conferência Intermunicipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário da Região Médio Norte. O evento está marcado para a próxima terça-feira, dia 17, a partir das 8 horas no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e deve reunir pequenos produtores de 19 municípios.

A conferência intermunicipal debaterá questões estratégicas para o desenvolvimento rural sustentável e solidário dos municípios que compõem o espaço regional tendo como finalidade a construção de proposições, indicações de metas de curto, médio e longo prazos e projeção para as próximas décadas que irão auxiliar na elaboração, revisão e qualificação do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário.

Entre os assuntos a serem debatidos estão desenvolvimento socioeconômico e ambiental do Brasil rural, fortalecimento da agricultura familiar e agroecologia, autonomia das mulheres rurais, emancipação da juventude, Reforma Agrária e democratização do acesso a terra e aos recursos naturais, abordagem territorial como estratégia de desenvolvimento rural e promoção da qualidade de vida, gestão e participação social.

Além da construção de proposições para o Plano Municipal, na conferência em Lucas do Rio Verde serão escolhidos os delegados que irão representar a região e também as propostas na conferência estadual que deve acontecer no próximo mês. Já a etapa nacional, que surge com o propósito de ouvir de todos os rurais e conhecer as demandas através das conferências locais para construir o Plano Nacional de Desenvolvimento Rural, será realizada em outubro.

Para o secretário de Agricultura de Lucas do Rio Verde, Ildo Romancini, é fundamental a participação de todas as pessoas envolvidas na agricultura familiar nos debates que visam a valorização e o reconhecimento da atividade como produção de alimentos e geração de emprego e renda. “Será um momento de discussões e propostas para o bem daqueles que estão ligados a essa área. Através de palestras serão apresentados os benefícios, a demanda atual, como buscar recursos, entre outros assuntos. É uma troca de experiência entre os produtores de todos os municípios participantes”, comentou Romancini.