O Programa de Economia Solidária, vinculado à Secretaria Municipal de Ação Social, realiza neste domingo (05), a Feira de Trocas Solidária de Usados, das 8h30 às 17horas, na Colônia da Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade. O evento faz parte da programação da Prefeitura Municipal de Rio Claro em comemoração à Semana do Meio Ambiente 2011 e Dia Mundial do Meio Ambiente.
O objetivo da Feira de Trocas Solidária de Usados é permitir que as pessoas troquem objetos de pequeno porte que não tenham mais utilidade em suas casas, por outros de seu interesse, desde que estejam em bom estado e caibam no porta-malas de um veículo. Incluem-se nesta lista aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos, pequenos móveis, celulares, vasos, livros, figurinhas, CDs, discos de vinil e outros. A participação é aberta a todas as pessoas interessadas.
“Este tipo de atividade permite ao participante obter algum objeto que lhe seja útil, sem qualquer custo, ao mesmo tempo em que dá a outra pessoa a oportunidade de fazer o mesmo, também sem uso de dinheiro. Além de ser uma atividade que demonstra solidariedade para com o próximo, a Feira de Trocas Solidária de Usados incentiva a reutilização de objetos usados que de outra forma poderiam ir para o lixo, demorando anos e anos para decompor-se, comprometendo a natureza”, explica a coordenadora do Programa de Economia Solidária, Marta Ceccato.
Ainda nesse mesmo dia e local o Programa de Economia Solidária realiza, em parceria e com apoio do Consulado da Mulher, a Feira de Artesanato, com a participação de empreendimentos econômicos solidários.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
FEIRA DE TROCAS EM SALTA
Atividades culturais também fizeram parte da programação da Feira
A I Feira de Trocas Economia Solidária foi realizada com sucesso pela FASAM - Estação Brasil - na nova sede de sua filial em Salto, dia 5 de junho. A feira é uma ação do Projeto Cultura & Música para Todos os Especiais que compõe a carteira de projetos do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania.
Baseada em conceitos solidários e de consumo consciente, a feira contou com a participação de aproximadamente 150 pessoas durante o período das 10 às 16 horas, tempo em que os participantes puderam realizar as suas trocas.
Computadores, móveis, roupas, sapatos, tênis, brinquedos, verduras, legumes, carrinhos de bebê, bijouterias, cds, dvds, livros, revistas, entre outros, foram alguns dos produtos que a FASAM e os participantes disponibilizaram para trocas. Além de produtos, as pessoas também disponibilizaram seus serviços (faxineiras, eletricistas, jardineiros, encanadores, entre outros), através de negociações.
Na Feira de Trocas Economia Solidária vale troca direta e troca indireta, privilegiando a criatividade. Apenas não vale circular dinheiro, tendo sendo criada uma moeda social que recebeu o nome de TREM. As pessoas que não querem ou não conseguem realizar as suas trocas de maneira direta, podem se dirigir ao Banco Social (uma sala adaptada para isso) e lá trocarem seus produtos pela moeda social.
Atividades culturais também fizeram parte da programação. O Ponto de Cultura Balé da Cidade apresentou-se com duas coreografias; o Ponto de Cultura Espaço Cultural Barros Junior esteve presente com uma apresentação de dança e um esquete teatral; já o Ponto de Cultura @FIM, Anselminhos, Pagadores de Promessas realizou filmagens do evento.
A Feira voltará a acontecer todo primeiro domingo de cada mês, sempre das 10 às 16 horas. A sede da FASAM Salto Estação Brasil está localizada na praça Álvaro Guião,
A I Feira de Trocas Economia Solidária foi realizada com sucesso pela FASAM - Estação Brasil - na nova sede de sua filial em Salto, dia 5 de junho. A feira é uma ação do Projeto Cultura & Música para Todos os Especiais que compõe a carteira de projetos do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania.
Baseada em conceitos solidários e de consumo consciente, a feira contou com a participação de aproximadamente 150 pessoas durante o período das 10 às 16 horas, tempo em que os participantes puderam realizar as suas trocas.
Computadores, móveis, roupas, sapatos, tênis, brinquedos, verduras, legumes, carrinhos de bebê, bijouterias, cds, dvds, livros, revistas, entre outros, foram alguns dos produtos que a FASAM e os participantes disponibilizaram para trocas. Além de produtos, as pessoas também disponibilizaram seus serviços (faxineiras, eletricistas, jardineiros, encanadores, entre outros), através de negociações.
Na Feira de Trocas Economia Solidária vale troca direta e troca indireta, privilegiando a criatividade. Apenas não vale circular dinheiro, tendo sendo criada uma moeda social que recebeu o nome de TREM. As pessoas que não querem ou não conseguem realizar as suas trocas de maneira direta, podem se dirigir ao Banco Social (uma sala adaptada para isso) e lá trocarem seus produtos pela moeda social.
Atividades culturais também fizeram parte da programação. O Ponto de Cultura Balé da Cidade apresentou-se com duas coreografias; o Ponto de Cultura Espaço Cultural Barros Junior esteve presente com uma apresentação de dança e um esquete teatral; já o Ponto de Cultura @FIM, Anselminhos, Pagadores de Promessas realizou filmagens do evento.
A Feira voltará a acontecer todo primeiro domingo de cada mês, sempre das 10 às 16 horas. A sede da FASAM Salto Estação Brasil está localizada na praça Álvaro Guião,
FECILCAM CRIA PROJETO DE INCUBADORA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
Com o objetivo de contribuir com a geração de emprego e renda entre as cidades que integram a Comcam, a Universidade Estadual do Paraná (Campus Campo Mourão/Fecilcam) está desenvolvendo um projeto para criação da Incubadora Universitária de Economia Solidária. Para viabilizar a formalização do projeto, uma das primeiras parceiras é a Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Campo Mourão (Tecnocampo).
O interesse pelo trabalho em conjunto no projeto aconteceu após encontro entre o secretário Geral da Fecilcam professor Sérgio Luiz Maybuk e a diretora Administrativa Financeira da Tecnocampo Julieta Lima. Na oportunidade, foi apresentada a proposta da Incubadora e ficou estabelecida a assinatura da parceria.
Com o projeto, a intenção das instituições é contribuir com o desenvolvimento da economia solidária e colaborar com os micros e pequenos empreendimentos da região.
Além das parcerias, Maybuk que está trabalhando pela implantação da Incubadora salienta que está buscando informações sobre o funcionamento de projetos parecidos em outros locais. Recentemente, em Porto Alegre, participou de evento que contou com a apresentação de diversos projetos e identificou o crescimento das incubadoras universitárias de economia solidária e cooperativas populares.
Apresentação
Em reunião com os alunos de Engenharia de Produção Agroindustrial e a Empresa Júnior Otimiza na semana passada, o secretário Geral da Fecilcam, os professores do departamento de Engenharia de Produção Agroindustrial Dieter Randolf Ludewig e Andrea Groff, a presidente da Tecnocampo Deise Ferreira e a diretora Administrativa Financeira da Fundação, detalharam o projeto e a parceria.
No encontro ficou definido que o próximo passo será a realização de um diagnóstico que possibilitará identificar as necessidades e planejar novas ações para o projeto
O interesse pelo trabalho em conjunto no projeto aconteceu após encontro entre o secretário Geral da Fecilcam professor Sérgio Luiz Maybuk e a diretora Administrativa Financeira da Tecnocampo Julieta Lima. Na oportunidade, foi apresentada a proposta da Incubadora e ficou estabelecida a assinatura da parceria.
Com o projeto, a intenção das instituições é contribuir com o desenvolvimento da economia solidária e colaborar com os micros e pequenos empreendimentos da região.
Além das parcerias, Maybuk que está trabalhando pela implantação da Incubadora salienta que está buscando informações sobre o funcionamento de projetos parecidos em outros locais. Recentemente, em Porto Alegre, participou de evento que contou com a apresentação de diversos projetos e identificou o crescimento das incubadoras universitárias de economia solidária e cooperativas populares.
Apresentação
Em reunião com os alunos de Engenharia de Produção Agroindustrial e a Empresa Júnior Otimiza na semana passada, o secretário Geral da Fecilcam, os professores do departamento de Engenharia de Produção Agroindustrial Dieter Randolf Ludewig e Andrea Groff, a presidente da Tecnocampo Deise Ferreira e a diretora Administrativa Financeira da Fundação, detalharam o projeto e a parceria.
No encontro ficou definido que o próximo passo será a realização de um diagnóstico que possibilitará identificar as necessidades e planejar novas ações para o projeto
BANCO PIRÊ
O projeto de extensão Cineclube UFGD encerrou no último sábado (28) a Mostra do Cinema Francês que durante todo o mês de maio abordou o tema “Globalização, Globalizações”. As sessões foram abertas ao público e nos dias 07, 14, 21, 26, 27 e 28 de maio atingiram 466 pessoas.
Os filmes exibidos foram fornecidos pela Embaixada da França no Brasil, Cinemateca da Embaixada da França e Institut Français. O Cineclube convidou professores e representantes de instituições para atuarem como debatedores e para isso contou com a participação da vice-diretora do Banco Pirê, Neide Castilho, e dos professores Dionise Juchem, diretora da FACE, e Henrique Satori, João Urt e Joseph Luciani, da FADIR.
Dionise Juchem falou sobre temas abordados no documentário “Uma Empresa Decente”, de Thomas Balmès, comparando-o ao filme “Tempos Modernos”, de Charles Chaplin, e comentando que mesmo passando tantos anos entre uma obra e outra é possível perceber que os avanços foram pequenos nessa área, que a sociedade precisa encontrar o equilíbrio entre a qualidade dos produtos, o preço acessível, o trabalho digno e a vontade dos consumidores.
Já após a apresentação do filme “O Banqueiro dos Humildes”, a vice-diretora do Banco Pirê, Neide Castilho, explicou que o Banco Pirê é um banco social, muito semelhante ao modelo indiano. “Nosso banco empresta dinheiro justamente para quem não consegue empréstimo nos demais bancos porque não tem emprego fixo, não tem fonte de renda. Nós emprestamos o dinheiro para que essa pessoa comece a gerar uma renda”, contou.
“Nosso banco começou pela ONG Mulheres em Ação, que fazia capacitação de mulheres em cursos de artesanato, produção de alimentos, corte e costura. Mas as mulheres faziam o curso e não tinham como comprar os ingredientes ou tecidos para começar a produzir, para depois vender e gerar renda. Aí pensamos em um banco solidário, que mobilizasse a Economia Solidária no nosso município”. Foi assim que as mulheres de Dourados criaram o Banco Pirê e a moeda social Pira Pirê. A mostra do filme ajudou a dar visibilidade à mobilização local e a experiência das mulheres douradenses rendeu mais de uma hora de debates e reflexões sobre Economia Solidária.
Henrique Sartori foi o debatedor de “O Combate dos Juizes” e, além de atualizar as questões relativas ao Tribunal Penal Internacional (TPI) e o posicionamento do Brasil nessa área, contou as impressões da viagem que fez a Sarajevo, em 2006, quando pode sentir o clima que a população ainda vive com relação a guerra, tema tabu entre os mais velhos e que traz lembranças que provocam choro em quem era criança no período.
“Notei, por exemplo, a quantidade de cemitérios na cidade, eram 23 grandes cemitérios, grandes mesmo, separados entre cemitérios de cristãos e de muçulmanos. Dourados tem dois e a população deles não é tão diferente assim, algo em torno de 500 mil na época da guerra. Então é importante criar ambientes (TPI) em que sintam que existe justiça para que não se sintam tão quebrados”, disse Sartori.
Sobre “Globalização, violência ou diálogo?”, João Urt e Joseph Luciani levantaram questões que fizeram o público pensar também em pontos que o filme não tratou e hipóteses da razão de não ter tratado. Ao invés de focar só no embate entre Fórum Econômico Mundial (Davos) e o Fórum Social Mundial (Porto Alegre – 1ª vez), por exemplo, o debate abordou desafios para uma sociedade melhor, quando os participantes refletiram sobre o que fazer e o consenso foi de que são mais perguntas que respostas, mas que perguntar é muito importante.
A Mostra do Cinema Francês exibiu ainda “Nossos Amigos do Banco” e “O Pesadelo de Darwin”e foi a primeira mostra do Cineclube UFGD em 2011 com filmes internacionais. Em junho já teve início a Mostra do Cinema Canadense e serão realizadas mostras de cinema chinês (setembro) e alemão (outubro), além das mostras de cinema nacional nos demais meses.
Os filmes exibidos foram fornecidos pela Embaixada da França no Brasil, Cinemateca da Embaixada da França e Institut Français. O Cineclube convidou professores e representantes de instituições para atuarem como debatedores e para isso contou com a participação da vice-diretora do Banco Pirê, Neide Castilho, e dos professores Dionise Juchem, diretora da FACE, e Henrique Satori, João Urt e Joseph Luciani, da FADIR.
Dionise Juchem falou sobre temas abordados no documentário “Uma Empresa Decente”, de Thomas Balmès, comparando-o ao filme “Tempos Modernos”, de Charles Chaplin, e comentando que mesmo passando tantos anos entre uma obra e outra é possível perceber que os avanços foram pequenos nessa área, que a sociedade precisa encontrar o equilíbrio entre a qualidade dos produtos, o preço acessível, o trabalho digno e a vontade dos consumidores.
Já após a apresentação do filme “O Banqueiro dos Humildes”, a vice-diretora do Banco Pirê, Neide Castilho, explicou que o Banco Pirê é um banco social, muito semelhante ao modelo indiano. “Nosso banco empresta dinheiro justamente para quem não consegue empréstimo nos demais bancos porque não tem emprego fixo, não tem fonte de renda. Nós emprestamos o dinheiro para que essa pessoa comece a gerar uma renda”, contou.
“Nosso banco começou pela ONG Mulheres em Ação, que fazia capacitação de mulheres em cursos de artesanato, produção de alimentos, corte e costura. Mas as mulheres faziam o curso e não tinham como comprar os ingredientes ou tecidos para começar a produzir, para depois vender e gerar renda. Aí pensamos em um banco solidário, que mobilizasse a Economia Solidária no nosso município”. Foi assim que as mulheres de Dourados criaram o Banco Pirê e a moeda social Pira Pirê. A mostra do filme ajudou a dar visibilidade à mobilização local e a experiência das mulheres douradenses rendeu mais de uma hora de debates e reflexões sobre Economia Solidária.
Henrique Sartori foi o debatedor de “O Combate dos Juizes” e, além de atualizar as questões relativas ao Tribunal Penal Internacional (TPI) e o posicionamento do Brasil nessa área, contou as impressões da viagem que fez a Sarajevo, em 2006, quando pode sentir o clima que a população ainda vive com relação a guerra, tema tabu entre os mais velhos e que traz lembranças que provocam choro em quem era criança no período.
“Notei, por exemplo, a quantidade de cemitérios na cidade, eram 23 grandes cemitérios, grandes mesmo, separados entre cemitérios de cristãos e de muçulmanos. Dourados tem dois e a população deles não é tão diferente assim, algo em torno de 500 mil na época da guerra. Então é importante criar ambientes (TPI) em que sintam que existe justiça para que não se sintam tão quebrados”, disse Sartori.
Sobre “Globalização, violência ou diálogo?”, João Urt e Joseph Luciani levantaram questões que fizeram o público pensar também em pontos que o filme não tratou e hipóteses da razão de não ter tratado. Ao invés de focar só no embate entre Fórum Econômico Mundial (Davos) e o Fórum Social Mundial (Porto Alegre – 1ª vez), por exemplo, o debate abordou desafios para uma sociedade melhor, quando os participantes refletiram sobre o que fazer e o consenso foi de que são mais perguntas que respostas, mas que perguntar é muito importante.
A Mostra do Cinema Francês exibiu ainda “Nossos Amigos do Banco” e “O Pesadelo de Darwin”e foi a primeira mostra do Cineclube UFGD em 2011 com filmes internacionais. Em junho já teve início a Mostra do Cinema Canadense e serão realizadas mostras de cinema chinês (setembro) e alemão (outubro), além das mostras de cinema nacional nos demais meses.
UNIVERSIDADE DO MATO GROSSO DO SUL FAZEM FEIRA AGROECOLÓGICA
No dia 7 de junho, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) vai inaugurar no Corredor Central um espaço agroecológico.
Com a proposta de fortalecer a economia solidária, um modelo justo e sustentável de consumo consciente e responsável, o projeto de extensão "Semente: Feira Agroecológica da UFMS" apresentará a produção de 20 agricultores que participam da Associação dos Produtores de Orgâncios do Mato Grosso do Sul (APOMS), incubados pela Incubadora Tecnológica da UFMS/ITCP.
Frutas, hortaliças, legumes e várias outras opções de alimentos saudáveis e produtos da roça, livres de hormônios e agrotóxicos, poderão ser adquirido pelo consumidor, que levará para a mesa produtos cultivados em sistemas ecologicamente equilibrados, que preservam a biodiversidade, ciclos e atividades biológicas do solo.
A feira será realizada todas as terças-feiras no horário das 7 horas às 12 horas no Corredor Central da UFMS.
HISTÓRICO DO PROJETO
A ITCP/UFMS é um programa de extensão universitária que presta serviços necessários para o início, desenvolvimento e/ou reciclagem de cooperativas ou grupos de trabalho associativo, denominados de Empreendimentos de Economia Solidária - EES. É uma linha de extensão universitária que disponibiliza um núcleo básico interdisciplinar formado pelo quadro: docente, acadêmico e técnico, buscando assim, socializar o conhecimento da academia junto aos setores populares, para que consigam não só uma melhor inserção social no plano de trabalho como avançar na conquista da cidadania plena. Dentre os 11 grupos incubados pela Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da UFMS, destacam-se 03 grupos que direcionaram sua produção para a agroecologia e que participam da Associação dos produtores de orgânicos no Estado de MS-APOMS. Este grupo apresentou para a incubadora a necessidade de ter um espaço para a comercialização de seus produtos e, considerando a importância da produção agroecológica para a saúde e o a fortalecimento da cadeia agroecológica, além da geração de trabalho e renda para os grupos incubados.
SÃO PARCEIROS DA INICIATIVA: O BANCO DO BRASIL, SICREDI-FEDERAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO E A ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE ORGÂNICOS DO MS.
Com a proposta de fortalecer a economia solidária, um modelo justo e sustentável de consumo consciente e responsável, o projeto de extensão "Semente: Feira Agroecológica da UFMS" apresentará a produção de 20 agricultores que participam da Associação dos Produtores de Orgâncios do Mato Grosso do Sul (APOMS), incubados pela Incubadora Tecnológica da UFMS/ITCP.
Frutas, hortaliças, legumes e várias outras opções de alimentos saudáveis e produtos da roça, livres de hormônios e agrotóxicos, poderão ser adquirido pelo consumidor, que levará para a mesa produtos cultivados em sistemas ecologicamente equilibrados, que preservam a biodiversidade, ciclos e atividades biológicas do solo.
A feira será realizada todas as terças-feiras no horário das 7 horas às 12 horas no Corredor Central da UFMS.
HISTÓRICO DO PROJETO
A ITCP/UFMS é um programa de extensão universitária que presta serviços necessários para o início, desenvolvimento e/ou reciclagem de cooperativas ou grupos de trabalho associativo, denominados de Empreendimentos de Economia Solidária - EES. É uma linha de extensão universitária que disponibiliza um núcleo básico interdisciplinar formado pelo quadro: docente, acadêmico e técnico, buscando assim, socializar o conhecimento da academia junto aos setores populares, para que consigam não só uma melhor inserção social no plano de trabalho como avançar na conquista da cidadania plena. Dentre os 11 grupos incubados pela Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da UFMS, destacam-se 03 grupos que direcionaram sua produção para a agroecologia e que participam da Associação dos produtores de orgânicos no Estado de MS-APOMS. Este grupo apresentou para a incubadora a necessidade de ter um espaço para a comercialização de seus produtos e, considerando a importância da produção agroecológica para a saúde e o a fortalecimento da cadeia agroecológica, além da geração de trabalho e renda para os grupos incubados.
SÃO PARCEIROS DA INICIATIVA: O BANCO DO BRASIL, SICREDI-FEDERAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO E A ASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE ORGÂNICOS DO MS.
FABRICA DE HOSTIA TEVE PARTICIPAÇÃO DO SENAC
Religiosos da Comunidade São João Batista, no bairro Caranã, alimentam há três anos o sonho de construir uma fábrica de hóstia para atender todo o Estado de Roraima. Atualmente o pão utilizado nas missas católicas é todo importado de São Paulo.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/RR), por acreditar no alcance social do projeto resolveu ajudar a comunidade, oferecendo treinamento, gratuitamente, às 21 pessoas envolvidas.
Segundo Maria da Conceição do Nascimento, coordenadora da Pastoral Carcerária na área missionária Caranã, o projeto envolve pessoas carentes da comunidade e seis albergadas. Explicou que o dinheiro que arrecadarão com a venda da hóstia será revertido para a compra de material e distribuído igualitária entre os integrantes, o que ela chamou de economia solidária.
A fábrica está sendo construída na própria paróquia com recursos da comunidade e empréstimo. Segundo Maria da Conceição é a burocracia que atrasa a conclusão da obra e o início dos trabalhos.
Betiana Francisca de Oliveira, moradora do bairro Caranã, soube através de amigas que o Senac estava oferecendo cursos de capacitação e resolveu participar. Grávida de sete meses, diz que é difícil para ela conseguir emprego, então resolveu se preparar para o mercado de trabalho.
“Hoje, não se pode escolher trabalho. Temos que nos preparar para as oportunidades que aparecem. Espero poder fazer os outros cursos do Senac. Quando eu puder voltar a trabalhar estarei preparada”, disse Betiana.
O coordenador de Saúde Humana do Senac, Bruno Joseph, participou do encerramento do curso de Higiene e Segurança do Trabalho na Comunidade São João Batista. Disse que era uma honra para a Instituição poder contribuir com um projeto que “gera renda e melhora a qualidade de vida das pessoas”.
Religiosos da Comunidade São João Batista, no bairro Caranã, alimentam há três anos o sonho de construir uma fábrica de hóstia para atender todo o Estado de Roraima. Atualmente o pão utilizado nas missas católicas é todo importado de São Paulo.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/RR), por acreditar no alcance social do projeto resolveu ajudar a comunidade, oferecendo treinamento, gratuitamente, às 21 pessoas envolvidas.
Segundo Maria da Conceição do Nascimento, coordenadora da Pastoral Carcerária na área missionária Caranã, o projeto envolve pessoas carentes da comunidade e seis albergadas. Explicou que o dinheiro que arrecadarão com a venda da hóstia será revertido para a compra de material e distribuído igualitária entre os integrantes, o que ela chamou de economia solidária.
A fábrica está sendo construída na própria paróquia com recursos da comunidade e empréstimo. Segundo Maria da Conceição é a burocracia que atrasa a conclusão da obra e o início dos trabalhos.
Betiana Francisca de Oliveira, moradora do bairro Caranã, soube através de amigas que o Senac estava oferecendo cursos de capacitação e resolveu participar. Grávida de sete meses, diz que é difícil para ela conseguir emprego, então resolveu se preparar para o mercado de trabalho.
“Hoje, não se pode escolher trabalho. Temos que nos preparar para as oportunidades que aparecem. Espero poder fazer os outros cursos do Senac. Quando eu puder voltar a trabalhar estarei preparada”, disse Betiana.
O coordenador de Saúde Humana do Senac, Bruno Joseph, participou do encerramento do curso de Higiene e Segurança do Trabalho na Comunidade São João Batista. Disse que era uma honra para a Instituição poder contribuir com um projeto que “gera renda e melhora a qualidade de vida das pessoas”.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/RR), por acreditar no alcance social do projeto resolveu ajudar a comunidade, oferecendo treinamento, gratuitamente, às 21 pessoas envolvidas.
Segundo Maria da Conceição do Nascimento, coordenadora da Pastoral Carcerária na área missionária Caranã, o projeto envolve pessoas carentes da comunidade e seis albergadas. Explicou que o dinheiro que arrecadarão com a venda da hóstia será revertido para a compra de material e distribuído igualitária entre os integrantes, o que ela chamou de economia solidária.
A fábrica está sendo construída na própria paróquia com recursos da comunidade e empréstimo. Segundo Maria da Conceição é a burocracia que atrasa a conclusão da obra e o início dos trabalhos.
Betiana Francisca de Oliveira, moradora do bairro Caranã, soube através de amigas que o Senac estava oferecendo cursos de capacitação e resolveu participar. Grávida de sete meses, diz que é difícil para ela conseguir emprego, então resolveu se preparar para o mercado de trabalho.
“Hoje, não se pode escolher trabalho. Temos que nos preparar para as oportunidades que aparecem. Espero poder fazer os outros cursos do Senac. Quando eu puder voltar a trabalhar estarei preparada”, disse Betiana.
O coordenador de Saúde Humana do Senac, Bruno Joseph, participou do encerramento do curso de Higiene e Segurança do Trabalho na Comunidade São João Batista. Disse que era uma honra para a Instituição poder contribuir com um projeto que “gera renda e melhora a qualidade de vida das pessoas”.
Religiosos da Comunidade São João Batista, no bairro Caranã, alimentam há três anos o sonho de construir uma fábrica de hóstia para atender todo o Estado de Roraima. Atualmente o pão utilizado nas missas católicas é todo importado de São Paulo.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/RR), por acreditar no alcance social do projeto resolveu ajudar a comunidade, oferecendo treinamento, gratuitamente, às 21 pessoas envolvidas.
Segundo Maria da Conceição do Nascimento, coordenadora da Pastoral Carcerária na área missionária Caranã, o projeto envolve pessoas carentes da comunidade e seis albergadas. Explicou que o dinheiro que arrecadarão com a venda da hóstia será revertido para a compra de material e distribuído igualitária entre os integrantes, o que ela chamou de economia solidária.
A fábrica está sendo construída na própria paróquia com recursos da comunidade e empréstimo. Segundo Maria da Conceição é a burocracia que atrasa a conclusão da obra e o início dos trabalhos.
Betiana Francisca de Oliveira, moradora do bairro Caranã, soube através de amigas que o Senac estava oferecendo cursos de capacitação e resolveu participar. Grávida de sete meses, diz que é difícil para ela conseguir emprego, então resolveu se preparar para o mercado de trabalho.
“Hoje, não se pode escolher trabalho. Temos que nos preparar para as oportunidades que aparecem. Espero poder fazer os outros cursos do Senac. Quando eu puder voltar a trabalhar estarei preparada”, disse Betiana.
O coordenador de Saúde Humana do Senac, Bruno Joseph, participou do encerramento do curso de Higiene e Segurança do Trabalho na Comunidade São João Batista. Disse que era uma honra para a Instituição poder contribuir com um projeto que “gera renda e melhora a qualidade de vida das pessoas”.
PARCERIA NO NORDESTE CONSTROE CISTERNAS
Uma parceria entre o Comitê Betinho do Banco Santander, Fenae – Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Nacional, o Comitê Verbo Divino do Banco do Brasil e a Cáritas Brasileira Regional do Piauí construirá mais 11 cisternas no interior do Piauí. As cisternas fortalecerão ações de Convivência com o Semiárido desenvolvidas pela Cáritas no município de Sigefredo Pacheco, Diocese de Campo Maior, através de uma parceria com o Banco do Nordeste.
A previsão de recursos disponibilizados é de R$17.827,4, sendo o custo unitário da cisterna de R$1.623,40. Junto com a cisterna está previsto curso de capacitação em Gestão de Recursos Hídricos, que ensinará as famílias o cuidado com a água da cisterna para mantê-la sempre potável e a não desperdiçar para que dure durante todo o período de estiagem.
Na seleção das famílias, a comissão gestora levou em consideração critérios como: casas com pessoas idosas, com mais crianças, chefiada por mulheres, dificuldade de acesso à água potável. As famílias beneficiadas tem em média 05 (cinco) integrantes, fazendo com que o projeto atinja cerca de 55 pessoas.
Em geral os municípios do semiárido são pobres, tem economia com base no setor primário, agregando condições que os colocam na mesma escala no Índice de Desenvolvimento Humano - IDH, o qual fica em torno de 0,50. De acordo com o ultimo levantamento do PNUD, o IDH de Sigefredo Pacheco é de 0,58.
Ação conjunta fortalece o voluntariado e a solidariedade
O Comitê Betinho foi pioneiro em São Paulo na ação solidária para a construção de cisternas (tanque abaixo do nível do solo que acumula 16 mil litros de água da chuva para beber e para uso doméstico). O trabalho iniciado em 1998 com diversos parceiros permitiu a construção de 184 cisternas em diversos estados do Nordeste do Brasil. Em 2009 o Comitê Betinho ajudou a Cáritas a beneficiar 06 (seis) famílias com água de qualidade para beber e cozinhar na cidade de Gilbués/São Gonçalo do Gurguéia*, Diocese de Bom Jesus.
Para Fabiana Matheus, diretora de finanças da Fenae, “parcerias como esta, em benefício da comunidade é uma tradição do funcionalismo da CEF. A Associação de Pessoal de São Paulo e o Comitê Betinho construíram duas brinquedotecas na rede pública de saúde em São Paulo, em 2002 e 2003, e também editou 30 mil cartilhas em combate ao trabalho infantil”, lembra Fabiana.
“O Comitê investe nas cisternas, pois sua construção apresenta uma ótima relação custo benefício e possibilita que as pessoas bebam água limpa e saudável e que traz dignidade, afirma José Roberto Vieira Barboza, presidente do Comitê Betinho.
Para Hortência Mendes, Secretária Regional da Cáritas, o Comitê Betinho tem trabalhado de uma forma magnífica em todo o país na perspectiva de combate à fome. “Uma coisa boa é que o Comitê não ficou preso somente a isso. As pessoas que o fazem tem dado passos importantes nas questões solidárias quando vêem outras necessidades fundamentais das famílias mais empobrecidas como a falta de água”, relata.
Com a Fenae, a Cáritas desenvolveu no período de 2009 a 2010 atividades no âmbito da Economia Popular Solidária em Caraúbas, Diocese de Parnaíba. As atividades tiveram o objetivo de organizar associações e cooperativas para a produção e comercialização, apoiando grupos de horticultura, artesanato e beneficiamento de leite.
“Essa inter-relação entre as diversas entidades ajuda a fortalecer a ação solidária em todas as frentes, envolvendo as várias pessoas desde voluntárias a funcionárias públicas na ajuda àquelas que mais precisam” explica Hortência
, FENAE
A previsão de recursos disponibilizados é de R$17.827,4, sendo o custo unitário da cisterna de R$1.623,40. Junto com a cisterna está previsto curso de capacitação em Gestão de Recursos Hídricos, que ensinará as famílias o cuidado com a água da cisterna para mantê-la sempre potável e a não desperdiçar para que dure durante todo o período de estiagem.
Na seleção das famílias, a comissão gestora levou em consideração critérios como: casas com pessoas idosas, com mais crianças, chefiada por mulheres, dificuldade de acesso à água potável. As famílias beneficiadas tem em média 05 (cinco) integrantes, fazendo com que o projeto atinja cerca de 55 pessoas.
Em geral os municípios do semiárido são pobres, tem economia com base no setor primário, agregando condições que os colocam na mesma escala no Índice de Desenvolvimento Humano - IDH, o qual fica em torno de 0,50. De acordo com o ultimo levantamento do PNUD, o IDH de Sigefredo Pacheco é de 0,58.
Ação conjunta fortalece o voluntariado e a solidariedade
O Comitê Betinho foi pioneiro em São Paulo na ação solidária para a construção de cisternas (tanque abaixo do nível do solo que acumula 16 mil litros de água da chuva para beber e para uso doméstico). O trabalho iniciado em 1998 com diversos parceiros permitiu a construção de 184 cisternas em diversos estados do Nordeste do Brasil. Em 2009 o Comitê Betinho ajudou a Cáritas a beneficiar 06 (seis) famílias com água de qualidade para beber e cozinhar na cidade de Gilbués/São Gonçalo do Gurguéia*, Diocese de Bom Jesus.
Para Fabiana Matheus, diretora de finanças da Fenae, “parcerias como esta, em benefício da comunidade é uma tradição do funcionalismo da CEF. A Associação de Pessoal de São Paulo e o Comitê Betinho construíram duas brinquedotecas na rede pública de saúde em São Paulo, em 2002 e 2003, e também editou 30 mil cartilhas em combate ao trabalho infantil”, lembra Fabiana.
“O Comitê investe nas cisternas, pois sua construção apresenta uma ótima relação custo benefício e possibilita que as pessoas bebam água limpa e saudável e que traz dignidade, afirma José Roberto Vieira Barboza, presidente do Comitê Betinho.
Para Hortência Mendes, Secretária Regional da Cáritas, o Comitê Betinho tem trabalhado de uma forma magnífica em todo o país na perspectiva de combate à fome. “Uma coisa boa é que o Comitê não ficou preso somente a isso. As pessoas que o fazem tem dado passos importantes nas questões solidárias quando vêem outras necessidades fundamentais das famílias mais empobrecidas como a falta de água”, relata.
Com a Fenae, a Cáritas desenvolveu no período de 2009 a 2010 atividades no âmbito da Economia Popular Solidária em Caraúbas, Diocese de Parnaíba. As atividades tiveram o objetivo de organizar associações e cooperativas para a produção e comercialização, apoiando grupos de horticultura, artesanato e beneficiamento de leite.
“Essa inter-relação entre as diversas entidades ajuda a fortalecer a ação solidária em todas as frentes, envolvendo as várias pessoas desde voluntárias a funcionárias públicas na ajuda àquelas que mais precisam” explica Hortência
, FENAE
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