quarta-feira, 18 de julho de 2012

PROFESSOR ANGOLANO FAZ ESTUDO SOBRE EMPREENDORISMO



 Um estudo versado em empreendedorismo está a ser desenvolvido junto dos estudantes universitários, por um docente angolano, na perspectiva de incentivar os jovens a criarem projectos credíveis, para que possam beneficiar de financiamento do Executivo.
 
Segundo o autor do projecto, Pacheco Talocha, que falava hoje à Angop, em Luanda, com este estudo pretende-se incentivar os estudantes que necessitam de orientação para desenvolverem os seus desígnios empresariais.
 
Disse que o empreendedor transforma o conhecimento em riqueza e assume todos os riscos que eventualmente possam surgir, ao mesmo tempo que significa ousadia para criar algo diferente e criativo susceptível de cativar os cidadãos a alcançarem sucesso profissional e realização pessoal.
 
“O empreendedor é todo aquele que desenvolve um projecto credível, considerando o fomento do empreendedorismo na educação básica um carácter revolucionário, na medida em que este modelo tem se apresentado como uma tendência para solucionar vários problemas sociais”, frisou.
 
De acordo com o docente universitário versado em gestão de Recursos Humanos e de Empresa, a influência da cultura empreendedora é extremamente importante para o processo de desenvolvimento de qualquer país.
 
“Para ser empreendedor é preciso muito esforço e até mesmo assumir determinadas situações, como disponibilidade, certeza e discernimento necessário para a realização do que se pretende alcançar”, sublinhou.
 
Acrescentou que o empreendedorismo contribui igualmente para o desenvolvimento do tecido social de uma Nação, assim como uma das bases e motor de inovação para a competitividade.
 
Fez saber que a educação empreendedora não pode estar associada apenas à formação do empreendedor independente, mas também do social e político, tendo aconselhado os jovens a trabalharem arduamente ou a unirem-se para desenvolver projectos comuns.
 
Na opinião de Pacheco Talocha, a actividade empreendedora gera capital humano e social, na medida em que essa actividade proporciona um processo de construção de novos padrões de comportamento.
 
Lembrou que as instituições de ensino superior jogam um papel fundamental, sobretudo no acompanhamento de projectos dos jovens empreendedores, “porque esses devem receber estímulos, conhecimentos e habilidades necessárias para que possam concretizar os seus planos”.

Sema orienta veranistas para a reciclagem e o tratamento do lixo



A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) considera a crescente produção de resíduos sólidos como um dos mais graves problemas ambientais. O aumento da população e o crescimento no consumo de bens industrializados são apontados como agravantes para o acúmulo de lixo não apenas nos centros urbanos. O reflexo dessa situação é visível principalmente no meio ambiente e na saúde pública, a proliferação de animais transmissores de doenças causada pelo lixo, poluição do solo e de mananciais de água são alguns exemplos constatados.
Nesse mês das férias escolares, a Sema está desenvolvendo um trabalho de educação ambiental entre os veranistas para evitar que as pessoas deixem lixo nas praias e nas áreas públicas das cidades. A técnica Doraci Lopes, da Coordenadoria de Capacitação e Educação Ambiental, orienta que a prioridade é o aspecto preventivo, para despertar as pessoas a cuidarem do lixo que produzem. “O poder público local deve garantir estrutura de coleta, seja nas praias ou em áreas públicas, para que o trabalho preventivo seja assimilado pela população”, complementa.
O trabalho educativo estimula o esforço conjunto entre comerciantes e veranistas. Sacolas plásticas ou biodegradáveis são distribuídas pela equipe da Sema, a comerciantes e a frequentadores dos balneários com orientações para que recolham nas sacolas os restos do que consomem e também indicam o ponto de recolhimento desse lixo. Essa parceria está sendo obtida através de atividades socioeducativas de valorização de boas práticas de educação e ações ambientais e da difusão dessas informações na família, na escola e em todos os círculos de relações pessoais.
A Sema planeja e coordena programas e projetos de educação ambiental, dá orientação e assessoramento técnico nas ações dos gestores e educadores ambientais nos municípios paraenses, capacita professores, estudantes e a sociedade civil organizada, através de cursos, palestras, oficinas, seminários, e demais atividades de cidadania no âmbito do meio ambiente.
O lixo pode ser orgânico (animal ou vegetal, facilmente decomposto pela natureza) e inorgânico (produtos industrializados), de difícil decomposição, mas que podem ser reciclados. Quanto à origem podem ser doméstico ou domiciliar, público, comercial, hospitalar, industrial, tecnológico e radioativo. O destino final do lixo deve ser o aterro sanitário, a reciclagem, a compostagem e a incineração.
Durante as férias estão sendo desenvolvidas, pela Sema, trocas ecológicas para estimular o recolhimento e separação do lixo; oficinas de reutilização de garrafa pet, garrafa plástica e latinhas de bebidas; oficinas de pintura ecológica, colagem em desenho com temática ambiental, blitz educativa, dentre outras atuações. A coleta seletiva e a reciclagem de materiais são alguns dos métodos de reaproveitamento do papel, plástico, alumínio, papelão, tecido, metais, madeira e vidro.
A transformação com criatividade de embalagens de refrigerantes, copos descartáveis e embalagens de biscoito em brinquedos, porta trecos, ornamentos, enfeites para roupas, e outros adereços é outro caminho demonstrado pelas oficinas temáticas realizadas. O lixo orgânico - folhas e restos de alimentos - pelo potencial biológico, pode ser usado como adubo na agricultura, através do processo de compostagem. “O reaproveitamento do lixo é uma das melhores formas de tratamento, pois além de diminuir a poluição ambiental, pode se constituir em fonte de renda e geração de emprego”, finaliza Doraci Lopes.

terça-feira, 17 de julho de 2012

São Paulo recicla pouco mais de 1% de todo lixo produzido diariamente


A maior cidade do país recicla pouco mais de 1% de todo o lixo produzido diariamente. Segundo dados da Prefeitura de São Paulo, apenas 214 toneladas das 18,3 mil toneladas de resíduos sólidos coletados diariamente nas ruas da capital paulista são recicladas, o que representa 1,18% do total. A quantidade de lixo levada para os aterros sanitários só não é maior graças ao trabalho das cooperativas de reciclagem não conveniadas à prefeitura. Segundo o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), essas cooperativas reciclam quatro vezes mais do que é contabilizado, tendo em vista que menos de 10% dos catadores do município atuam nos centros de triagem da prefeitura.
“Hoje, somos cerca de 15 mil catadores na cidade e apenas 1,2 mil atuam nesses centros. Dos 56 núcleos de catadores, apenas 20 conseguiram o convênio”, explica Eduardo Oliveira, coordenador do MNCR de São Paulo. Segundo ele, mais de 30 cooperativas fazem o trabalho de coleta e separação por conta própria e cada uma delas recicla, em média, 30 toneladas por dia. Ele calcula que o volume reciclado pelas cooperativas independentes chegue a cerca de 900 toneladas diárias.
As cooperativas que contam com o convênio têm à disposição caminhões com motoristas, combustível e manutenção, equipamentos de trabalho, além do galpão e consumos de energia e água, segundo informações da prefeitura. “Se esse apoio fosse ampliado, o percentual de reciclagem poderia chegar a 70%”, avalia Oliveira. Segundo o movimento, seria necessário um centro de triagem em cada um dos 96 distritos da capital.
A opinião é compartilhada pelo consultor das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil, Sabetai Calderoni. “Seriam necessários pontos estratégicos, pelo menos, a cada 200 mil habitantes”, avalia. Ele acredita que as centrais são a forma mais eficaz para ampliar o percentual de reciclagem. “Não adianta querer culpar a população porque não separa o lixo, dizer que é um problema de educação ambiental de longo prazo”, critica. Segundo o consultor, os municípios poderiam reciclar quase 100% dos resíduos produzidos, a exemplo da Holanda (97%) e da Suécia (99%).
Para Calderoni, o investimento privado é o melhor meio de viabilizar os centros. “Assim como a prefeitura faz a licitação para o aterro, que terceirize para a implantação das centrais de reciclagem. Vai gastar muito menos do que gasta com aterro.” De acordo com Calderoni, o município gasta de R$ 1,5 bilhão por ano para a destinação correta do lixo. Somente com transporte, o custo chega a dois terços desse total.
O consultor explica que, com a instalação dos pontos estratégicos de coleta, a distância percorrida pelos caminhões reduziria em até 90%, considerando que os aterros, normalmente, estão localizados em áreas mais periféricas das cidades. “Com isso, você reduziria o número de acidentes, a poluição envolvida e os custos diminuiriam. Além disso, você não deixaria materiais em aterros. O que entra em uma central de manhã, sai do final do dia. No aterro, você só acumula”, destaca.
A Prefeitura de São Paulo informou, por meio de nota da assessoria de imprensa da Secretaria de Serviços, que o Programa Socioambiental de Coleta Seletiva está sendo expandido gradativamente, mas que a ampliação depende, também, da capacidade de absorção dos resíduos recicláveis pelo mercado reciclador. Informou, ainda, que quatro centrais de triagem estão em implantação no município e que outras sete áreas estão em processo de desapropriação.

Inovação coletiva impulsionará desenvolvimento sustentável




Conclusão foi apresentada nessa segunda-feira (16) pela consultora alemã da Klaus & Partner, Nicola Knoch, durante palestra do 13º Congresso Internacional da Gestão do PGQP
A consultora alemã da Klaus & Partner, Nicola Knoch, abriu a tarde de palestras do primeiro dia do 13º Congresso Internacional da Gestão, que está sendo realizado pelo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), na Fiergs, em Porto Alegre. Nicola abordou o tema Inovação Coletiva e Sustentabilidade: Dos Desafios Globais às Oportunidades.

A alemã destacou a sociedade, o consumidor, a tecnologia, a globalização, negócios e o meio ambiente como grandes desafios globais para o alcance da sustentabilidade no mundo corporativo. Segundo ela, as empresas precisam tentar equilibrar suas ações tanto no âmbito do crescimento quantitativo (expansão dos negócios) como na filosofia qualitativa, que envolve o produto final (desenvolvimento sustentável) e a relação com os consumidores. Dentre os tipos de perspectivas empresariais adotados no mercado atualmente, Nicola sinalizou que a filosofia proativa, presente nas empresas que pensam a longo prazo e estão abertas a mudança, deve ser o modelo a ser utilizado.

Ao apresentar o conceito de inovação coletiva, a consultora falou sobre a necessidade de os países pensarem de forma global e compartilhada, visando o desenvolvimento contínuo de ideias capazes de trazer o bem comum a todos os envolvidos. “Não podemos mudar sem abandonar os hábitos e conceitos antigos. Para alcançar o desenvolvimento sustentável é preciso olhar para o diferente sem preconceito, valorizar a coletividade e as demais perspectivas que se apresentam no ambiente comum”, afirmou.

Proamb apresenta case
Também durante a programação da tarde foi apresentado o case da Proamb pela diretora executiva da fundação, Fabiane Locatelli. A organização foi criada em 1991 por 31 empresas da Serra gaúcha que buscavam atender demandas geradas pelas exigências dos órgãos ambientais. Hoje a Proamb é responsável pela operacionalização da Fiema Brasil – Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente, que objetiva aproximar empresas e organizações com demandas ambientais dos players que detém as soluções.

O 13º Congresso Internacional da Gestão segue até esta terça-feira, na Fiergs, em Porto Alegre. Amanhã, além da programação de palestras, visitas técnicas e cursos, ainda ocorrem a 17ª edição do Prêmio Qualidade RS e a 2ª edição do Prêmio Inovação. Conjuntamente, os eventos são considerados o maior encontro mundial na área da gestão da Qualdiade e devem reunir cerca de 8 mil participantes. Nos dois dias, acontece simultaneamente a Feira de Conhecimento da Gestão e Resultados, com acesso gratuito ao público, no Pavilhão de Eventos da Fiergs.

SOBRE O PGQP
O Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP) está completando 20 anos de atuação pela promoção da competitividade sustentável para melhoria da qualidade de vida das pessoas através da busca da excelência em gestão. Criado em 1992, o PGQP tem como presidente do Conselho Superior Jorge Gerdau Johannpeter e do Conselho Diretor Ricardo Felizzola. Considerado referência internacional, por sua disseminação e capacidade de mobilização, o PGQP soma mais de 1,3 milhão de pessoas envolvidas, com adesão de mais de 9,7 mil organizações associadas e uma rede de 80 comitês setoriais e regionais, permeando o estado do Rio Grande do Sul e diversos setores da economia gaúcha, com a capacitação de mais de 250 mil pessoas nos fundamentos da qualidade.

MINAS ESTUDA PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL



A produção agrícola sustentável em torno das Unidades de Conservação (UC's) será destacada pelo secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, neste sábado (14/07) durante o 11º Encontro dos Povos do Grande Sertão Veredas, em Chapada Gaúcha, município localizado na região norte de Minas Gerais, a 720 km de Belo Horizonte. Além de palestras e discussões sobre temas relacionados ao desenvolvimento sustentável da região, o evento também terá apresentações culturais, exposições de culinária e artesanato, cinemas e oficinas.

Cabral participará da mesa redonda sobre Políticas Públicas para a Sustentabilidade do Agronegócio e da Agricultura Familiar em Territórios de Mosaicos de Áreas Protegidas, sobre a qual já tem uma visão clara a defender. "Hoje temos várias políticas públicas que buscam promover um modelo de produção agrícola sustentável e rentável, especialmente naquelas comunidades que vivem próximas às UC's", diz o secretário do MMA. Para ele, exemplo disso é a Política de Garantia do Preço Mínimo (PGPM) para produtos da sociobiodiversidade, executada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), empresa vinculada ao Ministério da Agricultura.

RENTABILIDADE

"Isso garante uma rentabilidade mínima, por exemplo, ao produtor extrativista de pequi (fruta típica da região), por meio da fixação de preço mínimo para comercialização de produtos agropecuários", explica Cabral. Na região, grande produtora nacional de grãos, também podem ser aplicados os modelos de produção sustentável geridos pelo Programa para Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (ABC), do Ministério da Agricultura. A safra 2012/2013 destinará cerca de R$ 3,4 bilhões em linhas de crédito com ações de fortalecimento da produção de orgânicos e preservação ambiental. No caso do pequi, a Conab garante preço mínimo de R$ 0,37 por quilo.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Chapada Gaúcha hoje conta com cerca de 10.800 habitantes e está localizada no semiárido norte mineiro. Próximo aos municípios de São Francisco, Arinos, Januária, Formoso e Pintópolis, a Chapada Gaúcha tem sua economia voltada às atividades agro-silvo-pastoril, extrativismo, além da produção agrícola de capim e soja. O município tem, ainda, grande potencial para o desenvolvimento do turismo ecocultural e aproveitamento sustentável de produtos do cerrado e artes do povo sertanejo.

O 11º Encontro dos Povos do Grande Sertão Veredas conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Fundação Pró-Natureza (Funatura

Eurofarma faz balanço sobre sua adesão ao compromisso com o desenvolvimento sustentável durante Rio+20


A farmacêutica brasileira, que completa 40 anos e figura entre as maiores do setor na América Latina, está alinhada com as diretrizes discutidas na conferência mundial.
A indústria brasileira, empenhada com o compromisso do desenvolvimento sustentável e com a diminuição do impacto ambiental e social de suas atividades, se reuniu durante a Rio +20 para avaliar a trajetória do setor e sinalizar os desafios para o futuro.
O Encontro da Indústria para a Sustentabilidade, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), reuniu representantes dos 16 setores industriais do país e elaborou um documento que reúne iniciativas sustentáveis adotadas por diversas companhias.
Paralelamente ao evento da CNI, o Instituto Ethos apresentou o documento “Compromissos e demandas para a construção do futuro que queremos”, que apresenta uma lista de boas práticas que devem ser incorporadas à cultura das empresas.
A Eurofarma, empresa farmacêutica há 40 anos no mercado, aderiu a esse movimento do Instituto Ethos e assinou o documento. Há anos a empresa adota uma série de medidas que visam não apenas o uso responsável dos recursos naturais, mas principalmente diminuir o impacto ambiental de suas atividades e contribuir com o desenvolvimento social das comunidades do entorno de suas plantas.
Muitas propostas inseridas nos documentos da CNI e do Instituto Ethos já fazem parte da rotina da Eurofarma. Entre elas, descartar os medicamentos da maneira adequada, a fim de evitar a contaminação do solo e de lençóis freáticos com substâncias nocivas. Antecipando-se à legislação, a Eurofarma criou o programa Descarte Correto de Medicamentos em 2010. Desde então, cerca de 6,5 toneladas de resíduos considerados agressivos ao meio ambiente foram enviados ao seu destino correto.
No quadro abaixo, é possível conhecer outras práticas realizadas pela Eurofarma e que estão em linha com as propostas discutidas na Rio+20:
Energia -Metas do setor: ampliar o uso de energias renováveis (que hoje é de apenas 20%) e reduzir 65% do consumo de óleo combustível. Práticas Eurofarma: utilização de 79% de energia renovável; criação do Projeto Energia Renovável (instalação de painéis solares em nos complexos industriais) e Certificação Leed – Green Building.
Água -Metas do setor: buscar estratégias para redução de desperdícios, economia de vapor e reciclagem de efluentes líquidos. Práticas Eurofarma: aproveitamento parcial da água pluvial para reserva de incêndio e sistema de reuso; projeto de doação do excedente de água tratada. Em Itapevi, 100% dos efluentes são tratados e 18% reaproveitados.
Geração de resíduos -Metas do setor: usar tecnologias mais eficientes; melhor aproveitamento dos resíduos; e uso de matérias-primas mais seletivas, para a redução de resíduos.
Práticas Eurofarma: co-processamento de 89% dos resíduos perigosos e incineração dos outros 11%; revisão dos processos produtivos e da Política de Devolução; qualificação de fornecedores; projeto de descarte correto de medicamentos no ambiente doméstico.
Compromisso com o aperfeiçoamento dos processos e operação pelo melhor padrão global.
Metas do setor: identificar as melhores práticas em nosso campo de atuação e desenvolver um plano de ação para aplicá-las. Práticas Eurofarma: código de conduta e ética; Relatório anual – GRI; Ouvidoria; cláusulas contratuais contra o trabalho escravo, infantil e anti orrupção); Investimento Social planejado; e indicadores socioambientais inseridos no planejamento estratégico.
Compromisso com a redução das desigualdades.
Metas do setor: implementar políticas e ações para o desenvolvimento do capital humano e social e a redução das desigualdades de oportunidades.
Práticas Eurofarma: política de tratamento a preço justo, com ampliação de acesso a medicamentos; tratamento justo e igualitário a todos os níveis da organização; Política de Bolsa de Estudos; projetos Instituto Eurofarma (formação de jovens de baixa renda para mercado de trabalho); equilíbrio da participação de mulheres em cargos de liderança.
Compromisso com a educação, valores e cultura.
Metas do setor: fortalecer sistemas educacionais, ambiente cultural compatível com os princípios de sustentabilidade e favoráveis à criação de uma sociedade global justa e sustentável.
Práticas Eurofarma: projetos voltados à educação transformadora; patrocínios culturais; Academia de Liderança e treinamentos para todos os colaboradores; Programa de Voluntariado; Campanhas de Comunicação para Cidadania: Campanha contra o Desperdício, Uso Responsável de Medicamentos, Cartilha Socioambiental e Cartilha Voto Consciente.

sábado, 14 de julho de 2012

Projeto busca melhorar gestão e competitividade de cooperativas



No ano internacional do cooperativismo, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) firma uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) para promover a competitividade das cooperativas vinculadas à instituição, por meio da implantação de um programa de excelência da gestão.

Criado em 1998, o Sescoop tem a finalidade de profissionalizar e proporcionar o bem-estar a cooperados, empregados e familiares. Sua missão é apoiar as mais de 6 mil cooperativas de 13 ramos de atuação espalhadas pelo Brasil, por meio de atividades de formação profissional, promoção social e monitoramento, incentivando o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável.

Como forma de contribuir com esse objetivo, a parceria com a FNQ busca auxiliar a melhoria da qualidade do gerenciamento das cooperativas.  Para isso, o projeto prevê a criação de um modelo de avaliação da gestão das organizações vinculadas ao Sescoop, com base no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) disseminado pela Fundação.

Além disso, a parceria pretende estabelecer um programa de capacitação da equipe de técnicos do Sescoop e das cooperativas, visando à autoavaliação e ao desenvolvimento de planos de melhorias da gestão. O projeto prevê ainda a estruturação de uma metodologia de avaliação do impacto da implantação do MEG nas cooperativas, bem como a criação de um processo de reconhecimento e premiação das organizações, usando como base os critérios de excelência do Modelo da FNQ.

A gerente de Programas e Parcerias da Fundação, Juliana Iten (foto), destaca que, “a partir dessas ações, espera-se elevar o grau de maturidade da gestão das cooperativas, ao oferecer um diagnóstico da capacidade competitiva dessas organizações perante um modelo referencial”.

Para o presidente do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, este é um investimento fundamental e de caráter constante. “Cada vez mais nossas cooperativas estão buscando se profissionalizar e garantir qualidade aos seus produtos e serviços. Esta é uma preocupação que precisa ser nutrida diariamente. O Sescoop, por meio da Diretriz Nacional de Monitoramento, deu o primeiro passo e espera, da aliança firmada com a FNQ, um desenvolvimento permanente nesta área”, ressalta.

Sobre a FNQ

Criada em 1991, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) é uma instituição sem fins lucrativos que incentiva as empresas a buscar a excelência da gestão e reúne as melhores práticas de organizações brasileiras, independente do porte ou setor. Ao disseminar o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) e promover a capacitação de profissionais, a FNQ auxilia as empresas na implantação de um programa permanente de excelência da gestão, que gera resultados concretos para toda a organização. Desta maneira, contribui com o aperfeiçoamento do negócio e, consequentemente, o aumento da competitividade das empresas. Como reconhecimento a essa busca pela excelência, a FNQ promove o Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ), que identifica e premia anualmente as melhores práticas de gestão das organizações brasileiras.



Sobre o Sescoop

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) tem a finalidade de integrar o sistema cooperativista nacional e auxiliá-lo a vencer seus desafios. Atua com foco na formação profissional e promoção social de milhões de pessoas ligadas ao cooperativismo, além de monitorar o desenvolvimento das cooperativas. Na construção de um processo contínuo de educação cooperativista e de profissionalização, o Sescoop se faz presente em todo o território nacional, a partir de um trabalho alinhado entre suas unidades estaduais. Sua missão é promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento de cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares.