domingo, 12 de agosto de 2012
PROGRAMA BOM NEGÓCIO NO PARANA
O Governo do Paraná lança na próxima segunda-feira (13), às 19h, na prefeitura, o Bom Negócio Paraná em Guaratuba.
O programa oferece crédito barato e capacitação gratuita aos empreendedores, pequenos e micro empresários.
As linhas de crédito tem taxas de juros reduzidas (0,55% a 1,1% ao mês) do Banco do Empreendedor, ligado a Fomento Paraná. O programa também oferece cursos gratuitos de gestão por meio de parcerias com diversas instituições.
O Bom Negócio tem foco em empreendedores informais, individuais, sociedades empresariais, sociedades simples, arranjos produtivos locais e cooperativas de produção, de serviços e de trabalho.
A meta é atender 60 mil micro e pequenos empreendimentos formais e informais com receita bruta de até R$ 3,6 milhões por ano.
Os empresários têm acesso a crédito com taxas de juros reduzidas, que variam de 0,55% a 1,1% ao mês. O prazo máximo de pagamento vai de 12 meses a 24 meses.
A análise de crédito leva em conta o porte da empresa e o histórico de pagamento de compromissos financeiros. O limite de financiamento para empresas com receita bruta anual de até R$ 360 mil é de R$ 15 mil. As faixas de financiamento variam de R$ 1 mil a R$ 300 mil, de acordo com a capacidade de cada empresário.
A capacitação gratuita é feita por meio de parcerias com entidades empresariais e e universidades estaduais. São cursos nas áreas de empreendedorismo e projeto de vida, gestão de negócios, gestão de pessoas, gestão financeira, gestão comercial e gestão estratégica. Cada curso terá 66 horas, distribuídas ao longo de 22 dias.
O programa é uma parceria do Governo do Paraná com diversos órgãos, como o Sebrae, Faciap, Fiep, Fecomércio, sindicatos, instituições financeiras, além de prefeituras e secretarias de Estado.
Haddad promete reciclar 10% do lixo de São Paulo em visita a cooperativa de reciclagem
Após
visita à Cooperativa de Catadores do Glicério, na região central da
cidade, o candidato petista à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad,
prometeu nesta quinta-feira (8) reciclar 10% do lixo produzido na cidade
num eventual mandato.
O candidato aproveitou a ocasião para assinar uma carta na qual se compromete a atender algumas reivindicações dos catadores, dentre elas a construção de 96 galpões de triagem, um para cada distrito da cidade e a concessão de TPUs (Termos de Permissão de Uso) para que possam instalar as cooperativas.
Sem esses termos, os catadores não conseguem receber os recursos federais destinados à categoria.
— Tem muita tecnologia disponível pra isso. Há hoje uma maquinaria disponível pra auxiliar os catadores na separação do lixo. Você não dispensa o catador, mas utiliza a tecnologia para somar com os recursos humanos e aumentar a coleta seletiva.
Haddad vê duas saídas possíveis para o problema. A primeira seria utilizar um caminhão que tenha dois compactadores, um de resíduo orgânico e outro de resíduo seco. A outra seria realizar duas coletas separadas.
De acordo com os cálculos petistas, o custo da operação não deve superar muito o que já é gasto com o serviço. A Prefeitura gasta atualmente R$ 1,5 bilhão por ano com coleta e varrição.
— Não temos uma conta fechada, mas com 10% do que se gasta hoje, e investindo na mecanização de algumas etapas do processo, com o apoio das cooperativas, conseguimos atingir essa meta.
O candidato aproveitou a ocasião para assinar uma carta na qual se compromete a atender algumas reivindicações dos catadores, dentre elas a construção de 96 galpões de triagem, um para cada distrito da cidade e a concessão de TPUs (Termos de Permissão de Uso) para que possam instalar as cooperativas.
Sem esses termos, os catadores não conseguem receber os recursos federais destinados à categoria.
— Tem muita tecnologia disponível pra isso. Há hoje uma maquinaria disponível pra auxiliar os catadores na separação do lixo. Você não dispensa o catador, mas utiliza a tecnologia para somar com os recursos humanos e aumentar a coleta seletiva.
Haddad vê duas saídas possíveis para o problema. A primeira seria utilizar um caminhão que tenha dois compactadores, um de resíduo orgânico e outro de resíduo seco. A outra seria realizar duas coletas separadas.
De acordo com os cálculos petistas, o custo da operação não deve superar muito o que já é gasto com o serviço. A Prefeitura gasta atualmente R$ 1,5 bilhão por ano com coleta e varrição.
— Não temos uma conta fechada, mas com 10% do que se gasta hoje, e investindo na mecanização de algumas etapas do processo, com o apoio das cooperativas, conseguimos atingir essa meta.
Santos terá local para reciclagem de entulho
Santos enviou ao Ministério do Meio
Ambiente seu plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, para
garantir recursos que viabilizem as ações do município no setor.
Dentre as principais ações, segundo o
secretário do Meio Ambiente, Flávio Rodrigues Corrêa, está a criação da
Área de Triagem e Transporte, que seria construída ao lado da Estação de
Transbordo de Resíduo na Alemoa, com o objetivo de reciclar os resíduos
da construção civil. “A ideia é levar resíduos da prefeitura e em
seguida abrir para a iniciativa privada, desde que se pague uma taxa”,
afirma o secretário. Com isso, o material reciclado como ferro, produtos
triturados poderiam ser reaproveitados em outras obras da prefeitura.
Atualmente, tramita na Câmara Municipal de
Santos um projeto do Plano de Gestão Municipal de Resíduos Sólidos da
Construção Civil, que deve ser aprovado até o fim do ano.
Ainda como parte do plano de gestão, o
próximo passo é abranger 30% da área urbana com contentores de lixo,
gradativamente, até chegar a 100%, como uma forma de retirar o lixo das
ruas e também separar o orgânico do reciclado. Até agora, foram
instalados mais de 1.200 contentores.
Em Santos é coletada uma média de 672
toneladas de lixo por dia, com uma geração per capita estimada em 1,6
kg/hab./dia, considerando-se os resíduos orgânicos, recicláveis,
volumosos e de saúde. “A destinação final do lixo também deve mudar nas
nove cidades, pois é mais barato fazê-la em conjunto. Já houve reunião
na secretaria de Assuntos Metropolitanos e será feito um plano regional
para definir se a destinação do lixo continuará no aterro sanitário, se
será compostagem, ou se será implantado um incinerador regional na
Baixada Santista”, afirma o secretário.
Veja detalhes do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos:
Contentores – Dentre
os principais motivos para instalação estão diminuição de entupimento
de bueiros com as chuvas; redução de moscas, baratas e roedores;
proteção da saúde dos trabalhadores pelo acondicionamento correto do
lixo.
Resíduos da construção civil (RCC) – Está
prevista a instalação de rede de pontos de entrega voluntária
(ecoponto) para pequenos geradores de RCC no prazo de 24 meses, além de
elaboração de inventário dos resíduos gerados pelo setor em Santos.
PEV’s – Criar
mais PEV's (Pontos de Entrega Voluntária) nas ruas é outra meta.
Voltados para receber vários tipos de resíduos recicláveis, como pneus,
óleo de cozinha, pilhas etc.
Fusão de cooperativas no Paraná
Com o objetivo de fortalecer o cooperativismo e enfrentar as fusões e
aquisições no mercado de laticínios, as cooperativas Castrolanda e
Batavo (Frísia) realizaram uma parceria e lançaram no mercado a marca
Colônia Holandesa, que disponibiliza aos consumidores uma linha de
leites longa vida e condensado. Estes produtos já estão disponíveis nas
principais redes supermercadistas da região. As duas indústrias também
operam como prestadoras de serviços para empresas do setor, fabricando
as outras linhas de produtos. Hoje, as duas plantas de leite das
cooperativas estão localizadas em Ponta Grossa e Castro, nos Campos
Gerais. A região é tradicionalmente reconhecida pela produção leiteira. O
nome da marca remete a história centenária da imigração holandesa, que
desenvolveu nesta região um cooperativismo voltado ao desenvolvimento
socioeconômico da comunidade.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Empresa dos EUA quer parceria para comprar o mel produzido pelo Piauí
Representantes da
Wholesome Sweeteners, empresa norte-americana líder do mercado de
produtos orgânicos derivados do açúcar, estão visitando os municípios de
Picos e Simplício Mendes, no interior do Piauí, conhecendo todo o
processo de produção de mel orgânico no Estado. Antes, eles se reuniram
com técnicos do Sebrae, em Teresina.
Depois
de comprar 12 contêineres de mel piauiense, a empresa resolveu ampliar
suas aquisições. No Sebrae, o diretor de controle de qualidade da
Wholesome Sweeteners, Billy Adams, considerou a aquisição do produto
como um investimento interessante. “O mel do Piauí tem grande
qualidade”, disse.
O
mel que é vendido para os americanos possui a certificação Fairtrade,
conhecido também como “Comércio Justo”, que tem como principais
requisitos a responsabilidade social, sustentabilidade e competitividade
para pequenos e médios produtores.
Neste
tipo de comércio, não só o produtor é certificado, mas as indústrias
também. Com isso, todos os envolvidos seguem as mesmas regras, que
dispensam a figura do atravessador.
O
Piauí é um dos maiores produtores de mel de abelha do Brasil, embora
este ano a produção tenha sofrido uma grande queda devido à seca que
assola as regiões produtoras, como Picos, Simplício Mendes e São
Raimundo Nonato.
Mesmo
com a seca, de janeiro a junho o Estado já exportou 1,234 milhão de
quilos do produto, principalmente para os Estados Unidos. As exportações
de mel renderam até agora US$ 3,8 milhões, o equivalente no câmbio
atual a cerca de R$ 7,6 milhões.
O
Governo do Estado incentiva a produção de mel no Piauí, com a
construção e equipamento de casas do mel, hoje em maior número na região
do Semiárido. A mais recente foi inaugurada pelo governador Wilson
Martins na cidade de São Raimundo Nonato.
Gallette lança primeira linha de bombons finos com chocolate fair trade produzidos no Brasil
A Gallette é a primeira empresa do mercado brasileiro a lançar uma
linha de chocolates finos elaborada com chocolate com certificação fair
trade (chocolate produzido segundo os preceitos do comercio justo). Faz
todo sentido quando se trata de um negócio que surgiu com o compromisso
de contribuir para a redução das desigualdades sociais e também de
estimular o desenvolvimento econômico sustentável.
Conhecer a procedência dos chocolates que se consome é uma questão que está no coração da marca. “É muito importante oferecer um chocolate bastante saboroso, feito com cacau de alta qualidade, e que apresentou respeito com as pessoas e com o meio ambiente em toda sua cadeia, desde a plantação até a comercialização, passando pela produção”, explica Gislaine Gallette, proprietária da Gallette Chocolates. “É fazendo isso que podemos contribuir efetivamente para a inclusão social e para o desenvolvimento econômico e sustentável”.
Além disso, Gislaine Gallette aponta a importância de se adotar as melhores práticas para que não ocorra escassez de cacau no futuro. “Hoje sabemos que questões sociais e ambientais podem gerar impactos negativos sobre o desenvolvimento do cultivo do cacau ao longo das próximas décadas”, diz a chocolatière.
O chocolate fair trade está sendo utilizado na elaboração de bombons e trufas da Gallette, que tem em sua carta de sabores delícias como: amêndoas com cereja e kirsh, pistache, caipirinha, lavanda com mel, queijo roquefort, morango com pimenta, mix de nuts, paçoca, jasmim e gengibre, entre outros.
A Gallette Chocolates é uma iniciativa de Gislaine Gallette, que nos últimos anos atuou como alta executiva do mercado financeiro, no primeiro banco brasileiro a levantar a bandeira da sustentabilidade. Sensível às questões do planeta e apaixonada por chocolate, Gislaine decidiu sair do banco onde atuava para montar sua empresa.
Para a Gallette, a sustentabilidade vai da colheita do cacau à confecção do produto e está presente em toda a cadeia produtiva. O chocolate fair trade utilizado pela Gallette tem em sua composição cacau proveniente de cooperativas da Costa do Marfim e Gana; açúcar de Malawi, Belize e Ilha Maurício e baunilha natural de Madagascar. “A certificação fair trade garante que o produto foi validado pela Fairtrade Labelling Organizations International (FLO), e isso quer dizer que os produtores recebem todo o apoio para melhorar suas vidas”, explica Gislaine Gallette. “Para os consumidores, a ótima notícia é que, ao optar por um produto com certificação fair trade, eles têm em suas mãos uma poderosa ferramenta para reduzir a pobreza”, diz ela.
Por isso tudo, uma das metas da Gallette é ajudar a conscientizar outras empresas e produtores a seguirem seu exemplo e trabalharem com matérias-primas “responsáveis”.
Os chocolates Gallette são comercializados na própria empresa e também em cafés, lojas, mercados e empórios de produtos finos. Além disso, a marca aceita encomendas para eventos, elabora gifts corporativos e faz entregas em todo o Brasil.
Mais sobre a Gallette Chocolates: a Gallette é uma marca de chocolates que combina luxo, criatividade e estilo de vida sustentável. Os chocolates da Gallette são produzidos artesanalmente, com os melhores ingredientes e em pequenos lotes, para assegurar o frescor, mantendo a qualidade e o sabor original. A Gallette é 100% comprometida com a redução das desigualdades sociais e com o desenvolvimento econômico sustentável. Para a Gallette, saborear um bom chocolate é sempre uma experiência extremamente prazerosa para o paladar, correta para as pessoas e responsável para com o planeta. Por isso, cada matéria-prima utilizada é rigorosamente selecionada. A marca trabalha exclusivamente com chocolates com certificação fair trade, orgânico e de origem controlada. Além disso, os bombons e trufas são produzidos com recheios cuidadosamente elaborados. A Gallette é uma iniciativa de Gislaine Gallette, engenheira com MBA em marketing, que atuou por 15 anos no mercado financeiro. Apaixonada por chocolates, lia e estudava sobre o assunto nas horas vagas. Fez alguns cursos no Brasil e resolveu se aperfeiçoar na Bélgica, de onde veio diretamente para abrir sua própria chocolateria. A Gallette quer contribuir para um mundo mais doce e justo.
Conhecer a procedência dos chocolates que se consome é uma questão que está no coração da marca. “É muito importante oferecer um chocolate bastante saboroso, feito com cacau de alta qualidade, e que apresentou respeito com as pessoas e com o meio ambiente em toda sua cadeia, desde a plantação até a comercialização, passando pela produção”, explica Gislaine Gallette, proprietária da Gallette Chocolates. “É fazendo isso que podemos contribuir efetivamente para a inclusão social e para o desenvolvimento econômico e sustentável”.
Além disso, Gislaine Gallette aponta a importância de se adotar as melhores práticas para que não ocorra escassez de cacau no futuro. “Hoje sabemos que questões sociais e ambientais podem gerar impactos negativos sobre o desenvolvimento do cultivo do cacau ao longo das próximas décadas”, diz a chocolatière.
O chocolate fair trade está sendo utilizado na elaboração de bombons e trufas da Gallette, que tem em sua carta de sabores delícias como: amêndoas com cereja e kirsh, pistache, caipirinha, lavanda com mel, queijo roquefort, morango com pimenta, mix de nuts, paçoca, jasmim e gengibre, entre outros.
A Gallette Chocolates é uma iniciativa de Gislaine Gallette, que nos últimos anos atuou como alta executiva do mercado financeiro, no primeiro banco brasileiro a levantar a bandeira da sustentabilidade. Sensível às questões do planeta e apaixonada por chocolate, Gislaine decidiu sair do banco onde atuava para montar sua empresa.
Para a Gallette, a sustentabilidade vai da colheita do cacau à confecção do produto e está presente em toda a cadeia produtiva. O chocolate fair trade utilizado pela Gallette tem em sua composição cacau proveniente de cooperativas da Costa do Marfim e Gana; açúcar de Malawi, Belize e Ilha Maurício e baunilha natural de Madagascar. “A certificação fair trade garante que o produto foi validado pela Fairtrade Labelling Organizations International (FLO), e isso quer dizer que os produtores recebem todo o apoio para melhorar suas vidas”, explica Gislaine Gallette. “Para os consumidores, a ótima notícia é que, ao optar por um produto com certificação fair trade, eles têm em suas mãos uma poderosa ferramenta para reduzir a pobreza”, diz ela.
Por isso tudo, uma das metas da Gallette é ajudar a conscientizar outras empresas e produtores a seguirem seu exemplo e trabalharem com matérias-primas “responsáveis”.
Os chocolates Gallette são comercializados na própria empresa e também em cafés, lojas, mercados e empórios de produtos finos. Além disso, a marca aceita encomendas para eventos, elabora gifts corporativos e faz entregas em todo o Brasil.
Mais sobre a Gallette Chocolates: a Gallette é uma marca de chocolates que combina luxo, criatividade e estilo de vida sustentável. Os chocolates da Gallette são produzidos artesanalmente, com os melhores ingredientes e em pequenos lotes, para assegurar o frescor, mantendo a qualidade e o sabor original. A Gallette é 100% comprometida com a redução das desigualdades sociais e com o desenvolvimento econômico sustentável. Para a Gallette, saborear um bom chocolate é sempre uma experiência extremamente prazerosa para o paladar, correta para as pessoas e responsável para com o planeta. Por isso, cada matéria-prima utilizada é rigorosamente selecionada. A marca trabalha exclusivamente com chocolates com certificação fair trade, orgânico e de origem controlada. Além disso, os bombons e trufas são produzidos com recheios cuidadosamente elaborados. A Gallette é uma iniciativa de Gislaine Gallette, engenheira com MBA em marketing, que atuou por 15 anos no mercado financeiro. Apaixonada por chocolates, lia e estudava sobre o assunto nas horas vagas. Fez alguns cursos no Brasil e resolveu se aperfeiçoar na Bélgica, de onde veio diretamente para abrir sua própria chocolateria. A Gallette quer contribuir para um mundo mais doce e justo.
Governador do DF sanciona Lei de Apoio à Economia Popular e Solidária
Acompanhado do vice-governador, Tadeu Filippelli, Agnelo Queiroz destacou a sanção da lei como um passo fundamental na valorização da economia solidária.
— Este é um instrumento importante de inclusão social, que vai proporcionar emprego e renda a milhares de pessoas e reduzir a desigualdade social no Distrito Federal. Vamos estruturar o setor, que terá estabilidade e segurança jurídica.
Entre as melhorias previstas estão criação de oportunidades de trabalho, geração e distribuição de renda. Segundo informações publicadas pela Agência Brasil, uma das ações será a instalação de 120 postos de venda para exposição permanente dos produtos em espaços comerciais públicos e privados e estabelecimentos parceiros, como supermercados e postos de combustíveis. Também haverá destinação de recursos para o desenvolvimento de tecnologias sociais e de inovação.
Oportunidades
A realização de eventos esportivos mundiais em Brasília também foi citada pelo governador como oportunidade de desenvolvimento do setor.
— Com a chegada de eventos como Copa das Confederações em 2013 e Copa do Mundo em 2014, teremos um fluxo grande de pessoas na cidade. Será uma excelente chance de divulgarmos a produção local.
Agnelo apontou ainda a geração de mercado por meio das compras governamentais.
Apoio
Para Tadeu Filippelli, a legislação é fruto de esforço conjunto do Executivo e do Legislativo em torno de uma necessidade da população.
— A assinatura desta lei demonstra o esforço em retirar da demanda popular uma política de governo. Precisamos fortalecer e divulgar nossa diversidade cultural.
Além de ampliar as políticas públicas, a lei prevê a criação de um fundo específico de apoio financeiro a ações como capacitação técnica e preparação de empreendimentos, conforme explica o secretário da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária, Raad Massouh.
— Com isso, poderemos recorrer a bancos e selecionar cooperativas e associações para se instalar em seu espaço próprio. Nossa meta é valorizar e até mesmo exportar o artesanato.
Perspectivas
Segundo o governo, o DF possui mais de 300 cooperativas e associações da economia solidária, cada uma com 150 filiados em média. Somente o Sindicato dos Trabalhadores Artesãos e Artes Manuais do Distrito Federal e Região do Entorno abriga 78 associações e mais de 6 mil trabalhadores.
Com 22 anos de experiência em artesanato, a presidente da entidade, Sandra Madeira, comemorou a sanção da lei.
— O desejo dos artesãos nunca foi o assistencialismo. Só contávamos com iniciativas isoladas, agora acredito que teremos mais espaço para comercializar e exportar nossos produtos.
Sandra acrescentou que as associações apresentarão projeto para criação de um polo de artesanato para vendas, oficinas e capacitação.
A presidente da Assoartes (Associação Sudoeste, Octogonal de Artesanato Solidário do Distrito Federal), Lúcia Cruz, considera a assinatura da lei uma vitória.
— O artesanato de Brasília é um mosaico, rico em culturas de outras partes do País. Esperamos que essa lei facilite o comércio justo e solidário para que possamos trabalhar com dignidade e cidadania.
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