quinta-feira, 3 de abril de 2014

Jovem como agente de mudança social é tema de Seminário de Empreendedorismo

 


     
Para ter uma participação efetiva nas causas sociais, a juventude precisa ter quatro competências.
São elas: competência pessoal (aprender a ser), competência social (aprender a conviver), competência produtiva (aprender a fazer) e competência cognitiva (aprender a aprender).
Informações como essas que levam os adolescentes a seguir sua caminhada pela vida de forma autônoma, solidária e competente ilustrarão a palestra de Djalma Júnior no Seminário Folha Jovem de Empreendedorismo – Idéias e Atitudes de Quem Faz a Diferença.
No evento que acontecerá no dia 9 de maio no auditório da Uniron do Porto Velho Shopping, ele vai discorrer sobre o seguinte tema “O Jovem Como Agente de Mudança Social”.
“A juventude não deve ficar de braços cruzados, esperando as coisas acontecerem. Precisamos ter participação, tendo compromisso com a nossa escola e com a comunidade”, defende ele com autoridade de quem já tem experiência no assunto.
No Colégio Dom Bosco, onde estudou na infância, aprendeu a ajudar ao próximo nos projetos sociais que participava com frequência, sempre seguindo os princípios de amor ao próximo pregado pela tradicional escola Salesiana.
Já no ensino médio do João Bento da Costa, cujas ações de cidadania tornaram – se referência na geografia da educação rondoniense, descobriu a vocação para a militância estudantil, acompanhando ativamente reivindicações de políticas públicas para a coletividade.
A trajetória de ativista teve início, quando lutou ao lado dos colegas de sala e conseguiu uma faixa de pedestre para o estabelecimento de ensino.
Dali em diante, não parou mais de participar de movimentos sociais, inclusive se revelou numa combativa liderança nos memoráveis protestos de junho do ano passado.
Por causa da sua atuação, recebeu o Prêmio Jovem Empreendedor do Ano 2013 na categoria Empreendedorismo Social e vai dividir a sua experiência com estudantes do ensino médio, público – alvo do evento que acontece em ritmo de festa.

Social Good Brasil reúne dicas e informações para quem quer começar ou aperfeiçoar projeto social

 


Tem uma ideia de projeto social mas não sabe como começar? Visite o Social Good Brasil
O Social Good Brasil, programa criado para incentivar e promover o empreendedorismo social no Brasil, desenvolveu um novo portal na internet.
No site, é possível encontrar material voltado para pessoas interessados em conhecer e se aprofundar no tema.
O objetivo do portal é estimular as pessoas a criar ou se engajar em iniciativas que utilizam a tecnologia para buscar a transformação social do país.
Para isso, conta com diferentes seções, como o Comece Agora, voltado para iniciantes, e Histórias Inspiradoras, com relatos de casos que já são realidade e podem inspirar novas iniciativas.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Campanha pelo preço justo mobiliza internautas

 


A campanha Jogo Limpo com o Turista, do Ministério do Turismo, há um mês firmou com o consumidor o compromisso de divulgar, pelas redes sociais, os serviços e produtos turísticos que praticam valores justos, como hotéis, restaurantes e serviços de lazer.
A campanha já alcançou mais de 250 mil internautas pelo Twitter @MTurismo. No Facebook, cada publicação foi vista por cerca de 8,7 mil pessoas. Entre elas, destacam-se o Teatro da Paz, de Belém, que cobra R$ 4 pela visita; o Jardim Botânico de Brasília, a R$ 2; e o recém-inaugurado Museu Paço do Frevo, em Recife, a R$ 6. 
- Os produtos e serviços do turismo que se mantém a preços justos merecem a visibilidade e o reconhecimento da população - diz o ministro do Turismo, Vinicius Lages.
Ainda segundo ele, ?é uma forma de premiar quem se empenha a favor do turismo brasileiro?, afirma. 
Para participar da mobilização, o consumidor pode enviar textos e marcar fotos com as hashtags #JogoLimpo e #TurismoConsciente pelo Facebook, Twitter, Google Plus e Instagram.
A preocupação do Ministério do Turismo com o consumo consciente é antiga. Há dois anos a pasta passou a monitorar a oferta de leitos nas cidades-sede da Copa do Mundo. Em reunião recente com representantes das Secretarias de Turismo, estimulou investimentos em hospedagens alternativas, como albergues, cama e café e camping a preços acessíveis.
O MTur também integra o comitê interministerial que acompanha o preço de passagens aéreas e qualidade dos serviços para a Copa do Mundo.

Portal "Meu Bolso Feliz" dá dicas para o consumidor não ceder às compras supérfluas

 
Bater perna no shopping, exagerar nas compras do supermercado ou parcelar em dez vezes o celular do momento. Esses são alguns dos desejos e hábitos que fazem o brasileiro gastar mais do que efetivamente pode. Uma pesquisa divulgada no início deste ano pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) concluiu que 88% dos entrevistados se autodeclaram conservadores ou moderados quando vão as compras, mas 47% admitem, que movidos pelo impulso, já compraram algum produto que nem se quer chegaram a usar.

Outra constatação é que a maioria dos brasileiros recorre ao consumo para satisfazer vontades pessoais: 59% já compraram algo pensando “eu mereço”,  mesmo sem ter condições financeiras para arcar com o produto e 62% assumem que antes mesmo de receber o salário, já pensam nas compras supérfluas que farão no mês seguinte.

“Com desemprego em baixa e reajustes salariais acima da inflação, temos assistido a uma crescente inserção do consumidor ao mercado de crédito, o que garante mais poder de compra. O problema é que a melhora da condição financeira da população nem sempre vem acompanhada de uma maior consciência sobre como gastar esse dinheiro“, explica José Vignoli, educador financeiro do Meu Bolso Feliz (http://meubolsofeliz.com.br), portal de educação financeira do SPC Brasil. O portal une informações para mostrar às famílias e pessoas em geral a importância da educação financeira. Amplo e com um serviço completo, orienta cidadãos e explica qual é a melhor maneira de consumir e ter controle monetário.

Perigos

Para realizar seus sonhos de consumo, 59% dos entrevistados admitem que já ficaram “no vermelho”. Segundo Vignoli, esse comportamento contribui para o elevado nível de endividamento da população. “Várias das conclusões do estudo reforçam a constatação de que o brasileiro tem satisfação em gastar o seu salário logo que recebe. Com uma visão mais imediatista para a realização de seus sonhos e desejos, ele acaba pagando a mais em forma de juros embutidos nos financiamentos. Isso explica o fato de o Brasil ser um dos países que menos poupa no mundo”, diz Vignoli.

Assim, o consumo não planejado deixa de ser um ato de prazer e leva parte da população ao descontrole do orçamento doméstico e a inadimplência. Por isso, o consumo precisa ser consciente, tanto para as pessoas que têm mais acesso ao crédito quanto às novas gerações que começaram a lidar com o dinheiro agora.

Controle

Para entender melhor as razões do descontrole financeiro e como fugir dele, é preciso saber lidar com a impulsividade. "É importante a pessoa compreender o que está sentindo no momento da compulsão. Quando o fato é racionalizado, você consegue freá-lo com mais facilidade", explica a psicóloga Cristiane Pertusi. E mais: sentimentos como a tristeza, estresse, angústia e carência são desencadeadores desse descontrole emocional. Por isso, quando sentir vontade de comprar algo, faça as três perguntas básicas "Eu preciso disso?" "Eu estou triste ou preocupado com alguma coisa?" "O que eu vou ganhar em troca?" e avalie bem se precisa mesmo daquilo.

"Como decorrência da baixa estima, algumas pessoas sentem a necessidade de se expressar por meio do que têm, camuflando problemas ou o seu status social com objetos novos e roupas", explica Cristiane. Para fugir desse desejo e, consequentemente, do descontrole financeiro, a melhor alternativa é se conectar a outras coisas ou pessoas que também dão prazer.

Dicas

Para auxiliar o consumidor na questão do autocontrole, o portal “Meu Bolso Feliz” criou dicas importantes que os consumidores podem seguir. Confira abaixo:

- Planeje suas compras antes de fazê-las. Ou seja, não gaste mais do que ganha. Para ajudar, faça uma planilha com suas despesas fixas. O simulador do Meu Bolso Feliz pode ajudar a criar a ferramenta (http://meubolsofeliz.com.br/simulador-diagnostico-financeiro/)

- Saiba usar o crédito de maneira consciente e equilibrada. Exemplo: se hoje você parcela um produto em dez vezes e, mês que vem faz o mesmo com outra compra, em dois meses terá duas parcelas em aberto e, claro, uma despesa muito maior

- Sempre pesquise o preço e a qualidade do produto. Não se torne refém de nenhuma marca

- Antes de ir às compras, tenha noção do que tem no armário

- Esqueça o hábito de ir ao shopping para "bater perna". Essa mania é a maior aliada do consumo por impulso

- Antes de ir ao supermercado, faça uma lista e siga-a durante as compras

- Quando passar por uma prateleira escrito "promoção , avalie se precisa mesmo do produto

Infraero estimula reciclagem em aeroportos

 
A Infraero assinou nesta semana contrato com empresa especializada em sustentabilidade para a implantação de uma iniciativa para estimular a prática da reciclagem em dez aeroportos da Rede.

Os terminais de Congonhas (SP), Santos Dumont (RJ), Pampulha (MG), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Manaus (AM) e Cuiabá (MT) receberão ao todo quase mil coletores de lixo para coleta seletiva, que terão display digital e estático para a veiculação de informações de utilidade pública sobre reciclagem e reaproveitamento de materiais e informes publicitários.

O objetivo é informar o público usuário sobre a importância dessas ações para o desenvolvimento da sustentabilidade.

O contrato com a empresa prevê ainda o gerenciamento e a destinação dos resíduos recicláveis colhidos a cooperativas de catadores, promovendo a inclusão dessas comunidades no contexto da sustentabilidade e na atuação em sociedade.

As cooperativas também informarão diariamente o volume de resíduos que será entregue, permitindo uma monitoramento mais precisa do andamento do projeto e seu impacto.

A iniciativa, além de divulgar o conceito de desenvolvimento sustentável e a importância da reciclagem aos passageiros, também auxiliará a segurança nos aeroportos, já que os coletores são produzidos com material transparente, seguindo parâmetros validados pela Polícia Federal. Isso facilitará a visualização do conteúdo descartado nos mesmos, agilizando o trabalho de inspeção.

Iniciativa do Sebrae deve proporcionar uma maior oferta de serviços financeiros para microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas associadas.

 
  O Sebrae vai incentivar o relacionamento entre as cooperativas de crédito junto aos pequenos negócios por meio do Programa de Parcerias entre Cooperativas, que será lançado nesta quinta-feira (3), em Brasília.
A ideia é que uma cooperativa melhor estruturada no atendimento aos pequenos negócios possa apadrinhar até três outras também de crédito, desenvolvendo assim um trabalho de cooperação e apoio técnico, implantando novas práticas operacionais e novas linhas de produtos e serviços para esse público.
"Isso vai possibilitar uma maior oferta de serviços financeiros para microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas associadas, além de aumentar o volume de crédito acessado por esse segmento em cada uma das cooperativas apadrinhadas", avalia o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.
Cada plano de cooperação envolverá diagnóstico da atuação no atendimento dos pequenos negócios pela cooperativa apadrinhada e proposta de melhorias com capacitações e um plano de monitoramento de resultados. Atualmente, há 1.152 cooperativas de crédito no Brasil, sendo que 540 delas têm potencial para participar dessa nova iniciativa do

CEO do Woccu participa de evento do Sicredi e fala sobre a inserção de mulheres e jovens

 
O CEO do Woccu (World Council of Credit Unions – organização mundial que representa as cooperativas de crédito desde 1971), Brian Branch, participou da abertura do 10º Fórum Nacional de Presidentes e 11º Encontro Nacional de Executivos do Sicredi, realizado nos dias 26 e 27 março, em Porto Alegre. A palestra de Brian foi sobre a inserção dos jovens e das mulheres no cooperativismo.

O executivo lembrou que o foco do trabalho das cooperativas de crédito no mundo é agregar jovens e mulheres em todas as suas instâncias, já que esses públicos trazem diversidade de informações, novas ideias e diferentes perspectivas para o negócio. “Precisamos entender melhor as necessidades de serviços e desenvolver produtos e ações de marketing específicas para esses segmentos. Já fazemos isso no Woccu com os programas WYCUP (Woccu´s Young Credit Union People) e Global Women’s Leadership Network, sabemos também que o Sicredi é uma das instituições que mais investe em iniciativas neste modelo.”

Branch ressaltou que as cooperativas de crédito devem se dedicar aos jovens. Mas para obter sucesso nessa aproximação, é preciso adequar a oferta de produtos aos anseios de uma geração que busca comodidade e mobilidade também na vida financeira. As cooperativas de crédito devem prover, por meio dessas plataformas, todos os seus serviços. Ele trouxe o exemplo que nos EUA, como as cooperativas não estão inseridas em sistema, é mais difícil organizar o portfólio de produtos e serviços para corresponder a todas essas necessidades. “O modelo de organização sistêmica do Sicredi, que é um diferencial no cooperativismo de crédito, permite canais de atendimento, soluções e serviços em escala e padronizados para todas as 100 cooperativas filiadas”, destacou.

As mulheres apresentam algumas características distintas e demandam outras necessidades de serviços para elas e para as famílias, destacou o executivo. São elas que controlam as decisões de consumo em casa e têm participação crescente na força de trabalho. Branch apresentou informações sobre um estudo que está sendo realizado em alguns países, entre eles o México, e que já mostram alguns resultados preliminares. “As mulheres participam de cargos de liderança de cooperativas de crédito pequenas e médias e têm menor participação nas grandes. Na maioria dos países, elas têm mais responsabilidades familiares do que os homens, além das profissionais, têm menos flexibilidade para educação continuada, menos disponibilidade para jornadas mais longas e para viajar. Por estes e outros motivos, precisamos somar forças para incluí-las cada vez mais nas nossas instituições.”

De acordo com dados apresentados pelo executivo, a média mundial de participação das mulheres como associadas nas cooperativas de crédito é de 46%. Já como colaboradoras, elas ocupam 31% das posições em conselhos e apenas 7% são CEOs. Quando observadas informações que comparam o percentual de mulheres CEOs com o volume de ativos das cooperativas de crédito, nota-se que elas são maioria no gerenciamento de ativos até a ordem de US$ 50 milhões. Acima deste valor, a participação diminui consideravelmente: entre US$ 100 milhões e US$ 200 milhões, elas são 28%, US$ 200 milhões a US$ 500 milhões, 27%, US$ 500 milhões a US$ 1 bilhão, 18%.

Fator de perenidade, o estímulo a participação dos jovens na prática do cooperativismo é objeto de forte atenção do Sicredi. Do total de 2,5 milhões de associados, 10% tem de 18 a 25 anos. A busca da igualdade entre os gêneros também é um dos objetivos de atuação da instituição nos próximos anos. As mulheres correspondem a 39% do total de associados.

Sobre o número geral de associados das cooperativas de crédito, Branch apresentou informações que mostram que, em países como EUA, Canadá e Austrália nos últimos 10 anos, o número de associados estabilizou: cerca de 90 milhões, 5 milhões e 3,5 milhões, respectivamente. “Comparados com dados mundiais, o Sicredi exibe um aumento no seu quadro de associados impressionante. Em 2004, a instituição tinha menos de um milhão de associados. Neste ano, o número chega a 2,5 milhões”.

“Nós temos muito orgulho de ter o Sicredi como nosso membro no Brasil. Sabemos que a instituição está em busca dos mesmos objetivos do Woccu e também partilharmos os mesmos desafios: compliance, investimento e adequação de tecnologia, e, principalmente, aproximar jovens e mulheres das cooperativas de crédito. Não queremos apenas agregar associados destes grupos, mas também aproximá-los como colaboradores das nossas instituições”, declarou o executivo.