quinta-feira, 15 de setembro de 2016

"Haverá ainda mais espaço de cooperação com Portugal" no futuro - chefe do Executivo de Macau

 

 O chefe do executivo de Macau considera que "haverá ainda mais espaço de cooperação com Portugal" no futuro, dentro da estratégia de diversificação da economia da região e do seu papel de ponte entre a China e a lusofonia.
Segundo um comunicado do Governo de Macau hoje divulgado, Fernando Chui Sai On, num encontro com o Presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, na segunda-feira, em Lisboa, "salientou a importância da diversificação adequada da economia e da cooperação regional, no desenvolvimento sustentável da RAEM [Região Administrativa Especial de Macau], destacando que, ao longo do processo, haverá ainda mais espaço de cooperação com Portugal".
Chui Sai On, segundo o mesmo comunicado, "relembrou que apesar dos setores do jogo e do turismo representarem, atualmente, as principais indústrias em Macau, o Governo não irá poupar esforços para promover os elementos não jogo, incluindo as indústrias criativas, medicina tradicional chinesa, exposições e convenções, atividades financeiras de características específicas e serviços de topo".
Por outro lado, "indicou que na V Conferência Ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa", conhecido como Fórum Macau, que se realiza em outubro, o papel de Macau como plataforma de ligação entre a China e os países lusófonos "será destacado e mostrou-se convicto que o sucesso do Fórum trará ainda mais oportunidades para a cooperação entre Macau e Portugal".
Segundo o mesmo comunicado, o primeiro-ministro português, António Costa, chefiará a delegação de Portugal que estará na conferência do Fórum Macau deste ano e Marcelo Rebelo de Sousa afirmou, no encontro com Chui Sai On, que a conferência "trará inúmeras vantagens para estreitar e fortalecer as relações Portugal-China e Portugal-Macau".
O chefe do Executivo de Macau iniciou na segunda-feira uma visita oficial a Portugal e teve encontros, no mesmo dia, com António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa. Por outro lado, copresidiu, com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, à quarta reunião da comissão mista entre Portugal e Macau.
No encontro com António Costa, Chui Sai On "saudou o sucesso de Portugal e salientou o empenho da RAEM na globalização da ciência e da tecnologia", "disse acreditar no incremento da cooperação, entre os dois territórios, como um reforço no desenvolvimento diversificado de Macau" e afirmou "que pretende envidar esforços para promover o intercâmbio entre estudantes chineses e portugueses e que irá analisar um possível aumento das bolsas de estudo", segundo o comunicado hoje divulgado.
Na segunda-feira, fonte do executivo português já tinha dito à agência Lusa que a reunião entre o primeiro-ministro e o chefe do Executivo de Macau teve como temas centrais a cooperação económica, a tecnológica e científica.
A fonte afirmou que durante a reunião, que se realizou em São Bento e que durou cerca de uma hora, António Costa destacou o facto de Lisboa se preparar para receber em novembro a `Web Summit` - evento que nos próximos anos juntará na capital portuguesa as mais importantes `startups` e empresas tecnológicas mundiais.
Ainda de acordo com a mesma fonte, além dos temas da cooperação tecnológica e científica, o primeiro-ministro também destacou a importância da cooperação com a Região Administrativa Especial de Macau na economia, comércio e educação, sobretudo ao nível da difusão da língua portuguesa na Ásia.
"O primeiro-ministro acentuou igualmente a importância de papel de Macau no âmbito da plataforma entre a China e os países de expressão portuguesa", acrescentou.

Professor de Mogi é escolhido para ir aos EUA com projeto para deficientes


 Programa de Leandro Luque ajuda pessoas com dificuldades na fala.

Vinte crianças da Apae da cidade usam o sistema há quatro meses.

Do G1 Mogi das Cruzes e Suzano, com  Um professor da Fatec de Mogi das Cruzes está entre os selecionados para participar de um programa do governo dos Estados Unidos que promove ações empreendedoras. Leandro Luque teve a ideia de desenvolver um programa de comunicação alternativa para ajudar quem tem dificuldade de fala. O sistema "dá voz" para quem não consegue se expressar. Por meio dele, quem tem problemas com a coordenação motora pode indicar o que quer. A ideia já é utilizada na Apae da cidade.
No começo do ano o pesquisador Leandro Luque inscreveu esse trabalho na Iniciativa Jovens Líderes das Américas (Ylai), programa criado pelso Estados Unidos para ampliar as oportunidades de novos empreendedores e inovadores da sociedade civil na América Latina e no Caribe. Ele foi selecionado entre 4 mil candidatos de 36 países diferentes. Todos enviaram projetos na área de empreendedorismo social e comercial.
 
“É um programa patrocinado pelo Departamento de Estado do Governo Americano e eles procuram fomentar o empreendedorismo na América Latina e Caribe. No início, é submetido o plano de negócios, na área comercial ou social, e depois é feita uma seleção desses planos de negócios. Informaram quem foram os selecionados e foi feita uma entrevista.”
Leandro tem 34 anos e dá aula de Programação e Desenvolvimento de Tecnologias na Fatec deMogi das Cruzes. “Em muitas faculdades os professores apenas dão aulas. Aqui na Fatec o professor tem a oportunidade de desenvolver pesquisa, se afastando por um tempo das aulas. Isso foi o que viabilizou a minha participação.”
Inclusão social sempre foi um desafio para o professor e pesquisador que busca ferramentas pra facilitar a vida daqueles que tÊm algum tipo de limitação. “Eu percebi isso com um aluno cego, que não conseguia participar das aulas e isso acabou fomentando a ideia de criar alguma solução para a inclusão”, completa o professor.
Em outubro Leandro vai para os Estados Unidos fazer um curso e apresentar um plano de negócios para investidores. “A expectativa é conseguir investimentos para desenvolver tecnologia em Mogi e fazer acontecer.
Aplicação na Apae de Mogi
Há quatro meses, 20 crianças com diferentes problemas de fala da Apae da cidade, estão usando o aplicativo para ajudar a se expressarem. O programa de comunicação alternativa traz, com imagens, todas as informações para facilitar o dia a dia dos alunos: o que ele gosta de comer, quem são as pessoas da família, cumprimentos de "bom dia" e até se ele está com frio ou feliz. O aluno só precisa clicar em um ícone. “Muitas das nossas crianças têm dificuldade na fala. Elas conseguem compreender, mas não conseguem expressar de uma forma muito translúcida o que estão sentindo. Então, esse aplicativo, traz a voz que eles precisam”, explica a coordenadora das fonoaudiólogas da Apae, Fernanda Diniz de Oliveira Campos.
As fonoaudiólogas da Apae já usavam programas parecidos, mas por serem americanos, eles limitavam algumas ações e não traziam muitos detalhes da realidade brasileira. Desde que este aplicativo começou a ser usado, ele facilitou a interação das crianças com outros alunos, terapeutas e familiares. “O sorriso que isso traz para elas, para nós, já é a maior recompensa”, completa Fernanda.
O aplicativo também foi pensado para as crianças com dificuldades motoras. É possível utilizar não somente com o toque na tela. Algumas janelas são selecionadas automaticamente. “Através desse programa nós conseguimos uma programação particular e individual para a criança. Vamos a partir das dificuldades e facilidades de cada um”, conta a fonoaudióloga Josiane Cassola Silva Campos.

Comissão aprova gestão de recursos de prefeituras por cooperativas

 

Em seu parecer, Serraglio destacou o comando constitucional de apoio e estímulo ao cooperativismo brasileiro. “O que a Constituição prevê é que o Brasil estimulará o cooperativismo (art. 174, §2º), ao mesmo tempo em que proclama que o sistema financeiro nacional – incluídas expressamente as cooperativas de crédito – seja estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do país e a servir aos interesses da coletividade (art. 192). Assim, a proposição confere efetividade ao comando constitucional, na medida em que destaca o papel das cooperativas para a inclusão financeira e geração de renda a milhões de brasileiros”.
Segundo o autor da proposta, deputado Domingos Sávio, representante do Ramo Crédito na Diretoria da Frencoop, o projeto visa fortalecer a economia local por meio das cooperativas de crédito, hoje presentes como única instituição financeira em mais de 10% dos municípios brasileiros.
“O que ocorre, atualmente, é uma distorção em que cidades de todo o país possuem uma cooperativa de crédito, vigorosa e eficiente, absolutamente legalizada, empregando na cidade, financiando a economia local, mas que sofre com a situação em que entes públicos acabam tendo que depositar suas disponibilidades de caixa em cidades vizinhas, muitas vezes em bancos privados”.
Com maior alavancagem, as cooperativas poderão potencializar e pulverizar o financiamento de produtores, cooperativas e micro e pequenos empreendedores do interior do país. Hoje, 76% das operações de crédito das cooperativas estão abaixo de R$ 5 mil reais. Por meio de emenda do Deputado Evair de Melo, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) também poderá organizar, administrar e executar suas disponibilidades de caixa em cooperativas de crédito.
O PLP 100/2011 segue agora para a análise do plenário da Câmara dos Deputados.

Seguro como aliado das cooperativas

 

 
O mercado de seguros no Brasil está em franco crescimento e reserva enorme potencial de expansão. Com arrecadação total de R$ 113,9 bilhões no primeiro semestre do ano, o setor revela-se com vigor face à crise que afeta duramente outros ramos de atividades, mostrando evolução de 6,4% no primeiro semestre, com relação a 2015.
Além de crescer, a sua relevância e prestação de serviço à sociedade mostram evolução e resiliência diante do atual cenário econômico adverso. Entre indenizações, pagamento de benefícios, resgates e sorteios de capitalização, as empresas do setor retribuíram no primeiro semestre do ano R$ 61,7 bilhões com variação nominal positiva de 14,3% ante ao mesmo período do ano anterior. As provisões técnicas (reservas guardadas para saldar sinistros) já alcançaram R$ 716,8 bilhões e variação, também positiva, de 19,2%.
Os números ressaltam a importância do seguro para a sociedade. É ele que oferece, frequentemente, a contrapartida para a garantia de financiamentos relacionados aos investimentos. Sem seguro os agentes financeiros não assumem os riscos dos empreendimentos. Também é ele que protege quantidade substancial de ativos e vidas no país e participa de todos os setores da economia nacional, ajudando a gerenciar riscos, mobilizar poupanças e, sobretudo, facilitar investimentos estratégicos.
A indústria de seguros fornece cobertura de risco contra todos os aspectos da vida moderna, desde perdas relacionadas ao exercício de atividades profissionais, morte e invalidez até prejuízos referentes a desastres naturais e à propriedade pessoal. Sem ele, muitos negócios não existiriam, empregos seriam perdidos e famílias não teriam proteção nos momentos de adversidade.
Nesse sentido, seguro e cooperativismo se convergem, ao se mostrar uma ferramenta de mitigação dos efeitos da crise. Considerando que o cooperativismo atua com enorme expressividade, principalmente em nossas mais importantes cadeias produtivas do agronegócio, as cooperativas vêm sendo fundamentais para a economia, contribuindo para financiar o desenvolvimento das pequenas e médias cidades, gerando empregos e oportunidades de negócios. Portanto, contribuindo para mitigar os efeitos do desemprego e da queda de atividade econômica nas regiões metropolitanas.
Por tantas afinidades e relevância, natural que o mercado segurador pudesse firmar parceria com importantes cooperativas para estruturar suas operações e distribuir seus produtos. No caso da MAPFRE, o cooperativismo está em essência e data de 1933, quando um grupo de proprietários de pequenas áreas agrícolas com o objetivo de prestar assistência a trabalhadores acidentados. Hoje, a companhia atua em atividades seguradoras, resseguradoras, financeiras e de serviços em 49 países nos cinco continentes.
No Brasil, atua no mercado de cooperativas há 20 anos. “Temos orgulho de atuar e apoiar um modelo de negócio que gera grupos econômicos organizados e tem como objetivo buscar sempre o melhor negócio para seus associados e as comunidades que estão inseridos”, afirma Ricardo Balbinot, diretor do Canal de Cooperativas do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE.
O portfólio de produtos e serviços oferece soluções inovadoras e personalizadas para seguros de vida, automóvel, massificados, agronegócio, atendendo a todos os ramos do cooperativismo e seus associados.

Aprovada MP que incentiva investimentos rurais com crédito cooperativo

 

Assim, os bancos cooperativos repassarão disponibilidades financeiras às cooperativas singulares de crédito dos respectivos sistemas, as quais, por sua vez, em instância final, fornecerão o crédito aos seus associados. Dada a especificidade da vinculação operacional dessas operações, pretende-se permitir que as cooperativas de crédito emitam LCA lastreada nessas operações de repasse.
Os ajustes propostos pela MPV 725/2016 também consideram o papel relevante das cooperativas agropecuárias, tanto no apoio ao processo produtivo dos agricultores associados à cooperativa, quanto na comercialização da produção obtida por esses associados, contribuindo para a elevação da renda dos produtores a ela vinculados.
Assim, a cooperativa de produção, ao fornecer insumos aos cooperados, está na verdade financiando esses produtores rurais. Com direito creditório originado desse negócio, a cooperativa emite um Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio – CDCA com lastro nesses recebíveis e os antecipa em uma instituição financeira. Disso resulta que o recurso foi aplicado na atividade agropecuária e pode ser considerado crédito rural.
Segundo a deputada Tereza Cristina (MT), representante da Diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), a aprovação dessa medida provisória permitirá aos produtores rurais brasileiros obterem recursos no mercado internacional de capitais para financiar sua produção, sem concorrer com as linhas de crédito do Plano Safra. “Isso significa que esses produtores não mais precisarão acessar o crédito agrícola oficial, liberando esses recursos, que são cada vez mais escassos para pequenos e médios produtores rurais”.
Texto original – Por acordo entre governo e parlamentares, o plenário da Câmara optou por votar o texto original da proposta, em detrimento do relatório do senador Ronaldo Caiado (GO), que havia sido aprovado em comissão mista que tratou sobre a matéria. Segundo a deputada Tereza Cristina, o governo assumiu compromisso de instituir grupo de trabalho que irá aprofundar as discussões sobre os títulos agrícolas, com a participação de entidades do setor produtivo. “Alguns ajustes na legislação ainda são necessários para que esse instrumento funcione plenamente. Com esses ajustes, temos um potencial de investimento da ordem de mais de 10 bilhões de reais, nos próximos anos, segundo estimativas conservadoras do mercado”.
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a MPV 725/2016 é fundamental para o aporte de funding em safras futuras. “A proposta de incentivar o financiamento rural por meio da emissão de títulos agrícolas, sobretudo por meio das instituições financeiras cooperativas, servirá como alternativa às fontes convencionais, principalmente as decorrentes de programas oficiais, que tendem a diminuir nos próximos anos pela carência de recursos públicos”, avalia o cooperativista.
TRAMITAÇÃO – A MPV 725/2016 tramita em regime de urgência, seguindo para a análise do plenário do Senado. Caso não seja votada até o dia 7 de setembro, a matéria perde sua eficácia. Se, aprovada, segue para a sanção presidencial.

Reciclagem de resíduos de negócios tem um enorme potencial

 

 
Apenas cerca de dez empresas atualmente recolher os resíduos de PME em França. Novas leis obrigam as empresas a separar o seu papel usado, mas grande mudança não virá sem incentivos maiores, Fabien de Castilla disse o parceiro de EurActiv La Tribune .
Fabien de Castilla é co-fundador da empresa de recolha de resíduos de negócios Les Joyeux Recycleurs.
São as empresas de hoje melhor ou pior do que os indivíduos quando se trata de reciclagem?
Eles são piores, sem dúvida. Indivíduos em França reciclar cerca de dois terços de seus resíduos, mas as empresas reciclar não mais de metade.
Será que eles têm para reciclar?
A responsabilidade pela recolha e tratamento de lixo doméstico cai às autoridades locais, mas de acordo com a lei, as empresas são responsáveis pelos seus próprios resíduos. Portanto, em teoria, eles não estão autorizados a utilizar as caixas que são fornecidas para os seus vizinhos. Se eles querem que a autoridade local para recolher os seus resíduos têm de pedir caixas separadas, e pagar por eles.
Mas a Lei de Transição Energética agora obriga todas as empresas a reciclar os seus resíduos (com diferentes prazos dependendo do seu tamanho [para empresas com mais de 100 empregados, a obrigação entrou em vigor em 1 de Julho]), bem como para recolher papel separadamente.
Quais são os principais fatores que prendem o progresso?
Ao lado dos efeitos positivos para a sua reputação, a coesão interna, etc., boa gestão de resíduos não traz empresas de quaisquer benefícios económicos directos. E enquanto algumas grandes empresas podem produzir resíduos o suficiente para interessar recicladores privadas, as PME não têm escolha suficiente quando se trata de recolha de resíduos simples.
As regras de triagem e o número de atores envolvidos tornar o processo muito complicado. Além de tudo isso, há uma falta de transparência em torno forma como os resíduos ordenada é utilizada e quais os incentivos financeiros ou sociais podem incentivar classificação. Isto é uma vergonha, porque a partir de um ponto de vista técnico, praticamente tudo é reciclável.
Quão grande é esse mercado?
Com algumas excepções nos novos sectores de tecnologias, cada funcionário de uma empresa joga fora uma média de 5 kg de papel por mês. Isto representa 80% dos resíduos de escritório. E isso significa que, entre eles, 25 milhões de cidadãos que trabalham na França gerar mais de um bilhão de toneladas de resíduos por ano.
Mas apenas cerca de dez empresas de resíduos atender especificamente para 3,7 milhões de PME da França. E estes tendem a concentrar-se nas grandes cidades, com três em Paris. Além disso, 99% dos nossos clientes, que pagam, em média, € 100 por mês, se não previamente reciclar os seus resíduos. Esta é uma observação preocupante, mas destaca o enorme potencial deste sector.
E sobre o sector público?
O setor público também é exigido legalmente para classificar seus resíduos. Mas não temos dados sobre a forma como são recolhidos e processados.
Foi um sistema obrigatório realmente necessário para melhorar o desempenho nesta área?
O impacto educacional da nova lei é certamente uma coisa positiva. Mas as possíveis sanções são fracos e cheques não são susceptíveis de ter lugar, pelo menos no médio prazo. Teria sido mais eficaz para incentivar as empresas para começar a reciclagem subsídios sagacidade, bônus, etc Na verdade, temos visto que triagem de resíduos já se tornou uma reação natural, especialmente porque muitos funcionários já fazê-lo em casa.
Se uma nova política pública gera custos, que também irá desencadear poupanças: não devemos esquecer que cada tonelada de resíduos tratados pelas autoridades locais custa € 100 para recolher e € 100 para processar.


 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Vaticano quer ouvir os jovens em matéria de desenvolvimento sustentável

 

 
 Jovens de todo o mundo vão ter oportunidade de debater em Roma o tema do desenvolvimento sustentável, entre os dias 30 e 31 de outubro, numa iniciativa promovida pela Academia Pontifícia de Ciências Sociais.
De acordo com a Rádio Vaticano, o evento vai ter como base os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pelas Nações Unidas, com especial destaque para a educação, o trabalho digno e o crescimento económico.
Os mais novos vão ser desafiados a refletir sobre soluções que contrariem alguns dos principais problemas da sociedade atual, como “a escravatura e o trabalho forçado, o trabalho infantil, incluindo o recrutamento de crianças soldado, e o tráfico de seres humanos”.
As inscrições para esta atividade devem ser apresentadas até ao final de agosto através do envio de um e-mail para a organização, que espera a participação de até “50 jovens de todo o mundo, com idades entre os 18 e os 30 anos”.
Ao longo do encontro, os jovens serão chamados a apresentar as suas sugestões e dois projetos serão escolhidos pela Academia Pontifícia de Ciências Sociais para serem apresentados durante a Conferência da COP22, sobre alterações climáticas, que vai decorrer entre 07 e 18 de novembro, em Marraquexe, Marrocos